sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

A 25ª EXPERIÊNCIA - Biografia

A 25ª EXPERIÊNCIA - Biografia


Banda paulistana de Rock Psicodélico/Progressivo A 25ª Experiência, formada em outubro de 2013 por Fabrício Pinho, guitarrista e vocalista; André Khaled, baixista e vocalista; Vítor Marsula, tecladista e backing vocal; Renato Pestana, baterista.

Tem como influência bandas como Pink Floyd, Led Zeppelin, Yes, King Crimson, The Jimi Hendrix Experience, The Beatles, O Terço, Casa das Máquinas, Os Mutantes, etc.

A 25ª EXPERIÊNCIA - Três Quartos (2016) [EP]

A 25ª EXPERIÊNCIA - Três Quartos (2016) [EP]


01. O NBOMenável Homem das Naves
02. Três Quartos
03. O Faraó Lunático

Dois Reis - Biografia

Dois Reis - Biografia


2 Reis é a banda encabeçada por Theodoro e Sebastião, filhos do músico e compositor Nando Reis. A referência explicita ao sobrenome dos dois não é a toa, esse projeto nasceu a partir da vontade dos filhos de tocarem as músicas do pai.

Com Theo nos vocais e Seba no violão, apoiados por uma banda com guitarra, baixo, teclado e bateria, o 2 Reis faz um passeio por momentos diversos da carreira musical de Nando e também apresenta seu trabalho autoral. No show, músicas gravadas por outros artistas e hits dos Titãs se mesclam a sucessos do pai e composições dos dois irmãos.

Apaixonado pelo rock dos anos 70 Sebastião se iniciou no violão na infância e nos palcos com sua banda Elefantes. Theo tem uma trajetória de dez anos no reggae com o Zafenate e também se dedica às músicas infantis. Com essa mistura de experiências e influências o 2 Reis vem há dois anos percorrendo diversas praças do Brasil.

Em 2014, a dupla lançou um EP com duas músicas: a inédita Passageiro do Vento, parceria de Theo com o cantor Marcelo Mira, e uma versão de ECT, faixa que ficou célebre na voz de Cássia Eller e que ganha agora um arranjo vigoroso e inovador. Os dois irmãos participaram com sua banda da 3ª temporada do programa Superstar da Rede Globo, e agora dedicam-se à produção de um novo trabalho autoral. (Texto: Site Oficial)

Dois Reis - Dois Reis (2017)

Dois Reis - Dois Reis (2017)


01. Abri as Portas
02. Seja Como For
03. Se Prepare
04. Curva dos 30
05. A Sombra do Futuro
06. Repartir
07. O Sexo Mais Forte (part. Luiza Lian)
08. O Tempo

Dois Reis - E.P. (2014)

Dois Reis - E.P. (2014)


01. Passageiros do Vento
02. ECT

5 A SECO - Biografia

5 A SECO - Biografia


Para os que reclamam que falta música brasileira de qualidade, eis os portadores das boas novas: Vinicius Calderoni, 24; Tó Brandileone, 23; Pedro Altério, 22; Pedro Viáfora, 21 e Leo Bianchini, 26. A banda surgiu em 2010 e as influências nas composições e apresentações vão do samba de raiz ao indie rock, passando pelo hip-hop e jazz, criando assim um som contemporâneo e ritmos originais. Jovens, mas absolutamente comprometidos com uma música autoral brasileira contemporânea. Comprometidos, mas descontraídos, irreverentes, iconoclastas. E, como se não bastasse, auto-suficientes: sem outros músicos no palco, são também os responsáveis pelos arranjos e pela execução do violão, guitarra, piano, percussões e até por complexas execuções de arranjos vocais. Vestidos com suas canções, apresentadas em registros intimistas, próximas de sua essência, despidas de pirotecnia, mas ricas em timbres e texturas. Felizes porta-vozes de uma geração que ouve e reprocessa música como nenhuma outra, canções que não se encaixam em gêneros pré-estabelecidos. Ciosos de sua responsabilidade, mas com a alma leve, acreditando na música como arte do encontro, e de que para fazer acontecer basta um palco e mais 5, a seco. (Texto: Last.fm)

5 A SECO - Policromo (2014)

5 A SECO - Policromo (2014)


01. Épocas
02. Eu Amo Djavan
03. Você e Eu
04. Nem Tchum
05. Fiat Lux
06. Veio pra Ficar
07. Vem e Vai
08. Geografia Sentimental
09. O Sonho
10. Festa de Rua
11. Não Tem Paz
12. Primeiro Olhar
13. Ninguém Nem Eu
14. Passo a Passo

5 A SECO - Ao Vivo No Auditório do Ibirapuera (2012)

5 A SECO - Ao Vivo No Auditório do Ibirapuera (2012)


01. Gargalhadas
02. Feliz pra Cachorro
03. Em Paz (part. Maria Gadú)
04. Pra Você Dar o Nome
05. Feito Nós
06. Tempo Morto
07. Faça Desse Drama
08. Sei Lá Eu
09. Ou Não (part. Lenine)
11. Abrindo a Porta
12. No Dia Que Você Chegou (part. Chico César)
13. Tatame
14. Vou Mandar Pastar
15. Deixe Estar

Pedro Santos - Biografia

Pedro Santos - Biografia


Música na escalada da vida: a incrível história do disco que uniu a MPB à macrobiótica, filosofia indiana, climas selvagens e sons da natureza e, 42 anos depois de lançado, ressurge como cult entre músicos como Seu Jorge, Kassin e Mariana Aydar.
 
De onde viemos e o que ainda somos na escala da vida? A capa do LP Krishnanda, lançado em 1968 pelo percussionista e compositor Pedro Santos, tenta escalonar. Em uma colagem circular, espécie de mapa evolutivo, aparecem minérios, amebas, flores aquáticas, moluscos, peixes, anfíbios, larvas, insetos, aves e feras ao redor de um grande gorila e um pequeno homo ancestral. Nas pontas, as mãos de Deus e do primeiro homem, detalhe recortado de A criação de Adão, de Michelangelo, talvez simbolizando toda a vida que surge entre aquele quase toque.
 
Não é uma capa comum, como nada no disco em si e em seu autor. Pedro Santos, também conhecido pelo nome do principal ritmo que inventou, Sorongo, era especial. Além de músico inventivo e grande ritmista que tocou com Orquestra Tabajara, Maria Bethânia, Baden Powell, Clara Nunes, Jards Macalé e tantos outros, Sorongo era altamente espiritualizado. Presente neste mundo entre 1919 e 1993, expressava grandes pensamentos através de músicas, letras, escritos, desenhos, conversas. Comumente lembrado como filósofo por muitos que com ele conviveram, Pedro Santos criou obras muito além de qualquer escala evolutiva da música brasileira.
 
"Surgir é surgir, multiplicar é florir"
Hoje, quase 20 anos depois de sua partida e mais de 40 da gravação de Krishnanda, seu pensamento musical e espiritual encontra ressonância renovada. O produtor Kassin, que lembra ter descoberto o disco em meados dos anos 1990, comenta: “Pedro é um símbolo do experimentalismo brasileiro, um revolucionário. Acho quase inacreditável que ele tenha conseguido realizar esse disco”. A cantora Mariana Aydar, que costumava abrir seus shows interpretando “Um só”, de Pedro Santos, conta que fica sempre emocionada com a música de Sorongo. “É de uma profundidade ímpar, me leva a lugares muito nobres, onde poucas músicas conseguem chegar”, explica. “Uma mistura de plenitude e medo.” Pupillo, baterista da Nação Zumbi e do grupo Almaz, recorda ter ouvido Krishnanda pela primeira vez em um ensaio. “Foi um divisor de águas pra mim, pois Pedro Santos mostra nesse disco que um grande ritmista, além de pesquisar novos timbres e texturas, pode criar melodias maravilhosas e mexer com palavras que complementam os temas com maestria.” Foi dele a ideia de incluir “Água viva” no repertório do show do projeto Seu Jorge & Almaz, com o qual fez duas turnês pelos Estados Unidos e pela Europa.
 
Em seu álbum de estreia, de 2011, a big band paulista Bixiga 70 regravou “Desengano da vista”, de Sorongo. “O Pedro Santos tinha a capacidade de compor um tipo de canção que tem a ver com a poesia oriental, ideograma”, diz Mauricio Fleury, pianista do conjunto. “As canções parecem mandalas, que, quando você olha de todos os lados, é como se estivessem pra cima. Como fractais ou aquela famosa representação do yin-yang, uma geometria perfeita.” Tamanho tem sido o séquito de fãs (que inclui outros garimpeiros musicais, como Ed Motta e DJ Nuts) que o selo Polysom está relançando o disco em vinil de 180 gramas com remasterização a partir das fitas originais. A gravadora Sony BMG também promete relançar o álbum em CD.
 
"Você é você pra onde for"
Talvez a história do Krishnanda remonte a 1945, quando Pedro Santos retornou da Segunda Guerra Mundial – pandeirista na adolescência, durante o serviço na Itália Pedro continuou ligado à música, integrando a banda dos pracinhas. “Ele voltou emocionalmente abalado”, contou sua viúva Sylvia. No Rio de Janeiro, entendeu que a música era definitivamente o seu caminho. Trabalhando como porteiro de rádio, passou a conhecer importantes figuras e a elas mostrar seu toque e suas composições. Pela década de 1950, viu suas primeiras canções gravadas por gente como Mário Mascarenhas, Orlando Silveira e Michel Daud. Em pouco tempo, já estava acompanhando ídolos como Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho e a principal formação instrumental de seu tempo, a Orquestra Tabajara.
 
No início dos anos 1960, Sorongo era não apenas um músico reconhecido por sua criatividade como emprestava seu nome para um novo ritmo, “uma variação do samba, que por sua vez é oriundo do batuque”, segundo o Dicionário do folclore brasileiro, de Câmara Cascudo. Elza Soares, Angela Maria e Baden Powell foram alguns intérpretes da nova levada. No disco Tanganyka, de Altamiro Carrilho, as invencionices de Pedro Santos foram tantas que o flautista requisitou um crédito à parte para o percussionista: efeitos especiais.
 
“Ele usava os instrumentos de um modo muito único”, recorda o violonista Sebastião Tapajós, que em 1972 gravou dois álbuns em dupla ao lado de Sorongo. “Ele era empírico, não tinha uma educação formal, mas sabia tudo de contar as entradas que tinha que fazer, os compassos etc. Botava o tamborim entre as pernas, pegava o reco-reco e botava no dedão, tirava sons que você não imagina. O pessoal ficava alucinado.” Além do domínio dos ritmos e da sonoplastia, Sorongo dedicava-se a criar seus próprios instrumentos, como o bambussom e o sorongaio – que juntava em uma estrutura tambores com diferentes timbres, ideal para a execução de seu ritmo inventado. Bambus, chocalhos de água, berimbaus de boca, colheres, tubos de desodorantes, cocos e apitos plásticos também faziam parte de seu set, assim como caixas de fósforo, ganzás, tamborins, cuícas, tumbadoras, tambores, agogôs, pandeiros, bongôs e maracas.
 
“Pedro Sorongo, que ser humano!”, lembra Bebeto Castilho, baixista e flautista do Tamba Trio. “Ele parecia que brilhava, com um jeito calmo de falar. Sempre chegava e apaziguava. Se tivesse alguém nervoso, esse alguém iria ficar calmo com suas frases curtas e sempre sábias.” Musicalidade sem limites, filosofias próprias, aura zen, homem de pensamento livre e qualidade únicas. “Diferente, sabe?”, diz Tapajós. “Diferente na música e na vida. Mas o lado espiritual sempre veio na frente.”


"Eu sou de uma porção que nem pó"
Em entrevista ao Correio da Manhã de 1968, Santos dizia: “O círculo da vida impõe ao homem renovação, começando sempre em cada geração que surge, para melhor ressurgir nas gerações que vêm, obrigando a humanidade a encetar o caminho que sempre foi, mostrando a todos que todos são apenas um”. Sua revolução pessoal foi movida pela descoberta da ioga, da macrobiótica, do aprofundamento da filosofia indiana. Largou o emprego de músico fixo na TV e passou a manufaturar baquetas e bolsas para instrumentos. A convite do produtor Hélcio Milito, ao longo de duas semanas em 1968, canalizou toda sua musicalidade e espiritualidade para, em duas semanas registrar, em três canais, sua obra-prima, Krishnanda.
 
Envolvendo as letras existencialistas, a paisagem é de climas amorosos e selvagens, sons misteriosos de um Brasil pré-sintetizadores, infinidade de brinquedos percussivos, marimbas, a voz rouca de Santos acompanhada de coros femininos e ocasionais cordas, pianos, violões, guitarras e arranjos de sopros. O tutor de Sorongo na ioga, professor Hermógenes, recentemente buscou explicar o título do álbum: “Etimologicamente parece que é ananda, felicidade suprema, gerada por Krishna, que é um avatar, a encarnação divina na Terra do mais puro amor”.
 
“É muito interessante como ele trabalha em colaboração, sempre somando”, observa Mauricio Fleury, do Bixiga 70. “É brilhante isso, um artista que, mesmo com tantas ideias, não estava fechado numa bolha. Sua obra vai vir mais e mais à tona conforme os anos forem passando. Vai sempre aparecer coisa que ele gravou, ideia que ele deu, instrumento que ele criou.”
 
A redescoberta de um grande artista carrega sempre a simbologia de novos caminhos que se abrem, novas possibilidades descongeladas do tempo e oferecidas aos novos contextos. No caso de Pedro Santos e seu Krishnanda, mais do que um novo status de cult, o que se oferece são suas ideias e seus sons únicos. Você vai ouvindo e ouvindo e, de repente, as ideias de Sorongo já estão dentro da gente. E nos transformando. (Texto: Revista Trip)

Pedro Santos - Krishnanda (1968)

Pedro Santos - Krishnanda (1968)


01. Ritual Negro
02. Água Viva
03. Um Só
04. Sem Sombra
05. Savana
06. Advertência
07. Quem Sou Eu?
08. Flor de Lótus
09. Dentro da Selva
10. Desengano da Visita
11. Dual
12. Aranbindu

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

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Nenhum de Nós - Sempre É Hoje (2015)

Nenhum de Nós - Sempre É Hoje (2015) 


01. Milagre
02. Descompasso
03. Foi Amor
04. Total Atenção
05. Perfeita Companhia
06. Se Você Ficar Um Pouco Mais
07. Caso Raro
08. Colhendo Tempestades
09. Amanhã
10. Estrela do Oriente

Nenhum de Nós - Contos Acústicos de Água e Fogo (2013)

Nenhum de Nós - Contos Acústicos de Água e Fogo (2013)


01. Último Beijo
02. Outono Outubro
03. Tu Vício
04. Exatamente Igual
05. Água e Fogo
06. Crimen
07. Julho de 83
08. Um pouquinho
09. Primavera no Coração
10. Aquela Estação
11. Pequena
12. Feedback
13. Vou Deixar que Você se Vá
14. Paz e Amor
15. Início e Fim
16. Aquela Estação

Nenhum de Nós - Outros (2012)

Nenhum de Nós - Outros (2012)


01. Canção da Meia Noite
02. Polaroid
03. Nessa Rua
04. Meu Mundo e Nada Mais
05. Piquete do Caveira
06. Rezo Por Nós
07. Telhados de Paris
08. Um Girassol da Cor do Seu Cabelo
10. Toda Forma de Amor
11. Clara
12. Abraços e Brigas
13. Ideologia
14. Quase Sem Querer

Nenhum de Nós - Paz e Amor Acústico (2009) [Gravado em 2000]

Nenhum de Nós - Paz e Amor Acústico (2009) [Gravado em 2000]


01. Tão Difrente
02. Jealous Guy
03. Diga
04. Polaroid
05. Tudo Que Passou
06. Metamorfose Ambulante
07. Da Janela
08. Você Vai Lembrar de Mim
09. Camila, Camila
10. Paz e amor
11. Vou Deixar Que Você Se Vá
12. O astronauta de Mármore
13. Paraíso
14. Marcas do Que Se Foi
15. Um pequeno Imprevisto
16. Abraços e Brigas
17. Desejo

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

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Titãs - Biografia

Titãs - Biografia


Titãs é uma banda de rock brasileira formada em São Paulo na década de 1980, uma das mais bem-sucedidas comercialmente e influentes no Brasil dos últimos 30 anos, ao lado de Legião Urbana, Os Paralamas do Sucesso e Barão Vermelho. Entre suas músicas mais famosas estão Sonífera Ilha, Flores, Diversão, Bichos Escrotos, Polícia, Comida, Marvin, Epitáfio e Porque eu sei que é amor.

No fim dos anos 70, em plena ditadura militar, um colégio em São Paulo se tornou um dos poucos pontos de resistência cultural. No palco do Equipe se apresentavam artistas de peso da música brasileira como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Clementina de Jesus e Cartola. Com essa efervescência, foi natural que os jovens com interesses artísticos acabassem se aproximando e criando espaços próprios. O evento “A Idade da Pedra Jovem”, promovido por essa turma em 1981, marcou a estréia de Sérgio Britto, Arnaldo Antunes, Paulo Miklos, Marcelo Fromer, Nando Reis, Ciro Pessoa e Tony Bellotto num mesmo palco. Juntos, eles formavam o grupo Titãs do Iê-Iê, uma brincadeira para descontrair uma programação apresentada por gente com mais experiência do que aqueles meninos.

O que era para ser apenas diversão começou a ser encarado mais seriamente no ano seguinte. A estréia oficial dos Titãs do Iê-Iê, devidamente ensaiados e com repertório próprio, aconteceria no dia 15 de outubro de 1982, no Sesc Pompéia. A essa altura, Branco Mello já havia se integrado ao grupo e André Jung, assumido a bateria, instrumento que Nando Reis tocara na “Idade da Pedra Jovem” por pura falta de opção. Com nove músicos no palco, entre eles seis vocalistas, a banda chamava a atenção. As canções eram criativas (misturavam influências que iam da MPB ao rock, passando pelo samba, reggae e new wave) e o visual, extravagante (com direito a roupas com cores fortes, maquiagens e penteados originais).

Durante dois anos, os Titãs do Iê-Iê percorreram o circuito underground paulista, se apresentando em lugares tão ecléticos quanto o som que mostravam no palco. Não demorou muito para que a performance do noneto despertasse a atenção de uma gravadora. Mas antes da assinatura do contrato com a WEA, ocorreram duas mudanças: Ciro Pessoa se desligou da banda e o Iê-Iê (que sempre era confundido com Iê-Iê-Iê) foi descartado do nome do grupo. O primeiro álbum, “Titãs”, foi lançado em agosto de 1984 e trazia “Sonífera Ilha”, um verdadeiro fenômeno radiofônico. Uma das músicas mais executadas naquele ano, a faixa levou os Titãs a fazerem sucesso em outros estados do Brasil, além de ter ajudado a banda a realizar um sonho antigo: aparecer na TV, em programas consagrados apresentados por Chacrinha, Bolinha e Raul Gil.

O grupo começou 1985 com um novo baterista. Charles Gavin assumiu as baquetas no lugar de André Jung. Com a nova formação, os Titãs entraram em estúdio para gravar seu segundo LP. “Televisão”, produzido por Lulu Santos, chegou às lojas em junho daquele ano e emplacou os hits “Insensível” e “Televisão”. Como aconteceu no primeiro disco, as vendas foram modestas, mas isso não seria a pior lembrança que a banda guardaria deste período. No dia 13 de novembro, Tony Bellotto e Arnaldo Antunes foram presos com heroína. Arnaldo passou 26 dias na prisão e ambos foram condenados. O cantor por tráfico (por ter passado heroína para o guitarrista), e Bellotto, por porte de droga. Sem antecedentes criminais e trabalho declarado, cumpriram a pena em liberdade.

Os Titãs deram a volta por cima no disco seguinte. “Cabeça Dinossauro”, lançado em junho de 1986, foi um soco no estômago da hipocrisia com suas letras contundentes. O álbum, que marcava a estréia da parceria com o produtor Liminha, pela primeira vez traduzia no vinil a pegada que a banda tinha ao vivo. Os Titãs puderam sentir a força do LP já no show de estréia no Projeto SP, quando o público cantou todas as músicas, numa época em que as rádios ainda se recusavam a tocar o repertório ousado do disco. O álbum já tinha garantido o primeiro disco de ouro dos Titãs, quando as emissoras se renderam. Além de “Aa Uu”, “O Quê”, “Homem Primata”, “Família” e “Polícia”, algumas rádios se davam ao luxo de pagar multa para tocar “Bichos Escrotos”, que tinha a radiodifusão proibida pela censura. “Cabeça Dinossauro” bateu a marca das 300 mil cópias vendidas e caiu nas graças da crítica. O disco ficou no topo das principais listas dos melhores daquele ano e até hoje é apontado com um dos mais importantes da história do rock brasileiro.

Em novembro de 1987, “Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas” saía do forno superando todas as expectativas. De um lado do disco, a continuação do rock pesado do “Cabeça”, em músicas como “Lugar Nenhum”, “Desordem” e “Nome aos Bois”. Do outro, mais inovação: o sampler, uma novidade naqueles tempos, dava um tom eletrônico a “Todo Mundo Quer Amor”, “Comida” e “Corações e Mentes”. A banda ousou novamente ao decidir fazer o show de lançamento do novo álbum em pleno Hollywood Rock de 1988. Valeu a pena correr o risco. A apresentação dos Titãs foi eleita pela crítica especializada a melhor de todo o festival, superando Simple Minds, UB40, Pretender, Simply Red e outros medalhões estrangeiros.

Com o Brasil aos seus pés, o grupo partiu para a estréia internacional. Os Titãs foram os primeiros artistas do país a se apresentarem na Noite de Rock do badalado Festival de Jazz de Montreux. Do show, no dia 8 de julho de 1988, eles trouxeram o LP “Go Back”, o primeiro ao vivo da carreira da banda. De volta ao Brasil, a banda viveu uma fase áurea, com shows superlotados e o quinto álbum – que misturava canções dos primeiros LPs a sucessos do “Cabeça e do “Jesus” – nas listas dos mais vendidos. “Marvin”, originalmente gravada no primeiro disco, virou um sucesso avassalador nas rádios no fim de 88 e em todo o ano de 89.
Em outubro de 1989, os Titãs lançaram seu disco mais sofisticado até então. “Õ Blesq Blom” reunia a simplicidade dos repentistas Mauro e Quitéria, descobertos pelo grupo na Praia da Boa Viagem, à modernidade das parafernálias eletrônicas de estúdio. Foi da dupla nordestina que os Titãs tiraram o nome do LP que transformou em hits “Flores”, “Miséria” e “O Pulso”. Com o clipe de “Flores”, a banda ganhou ainda um prêmio inédito no país: o MTV Video Music Awards, quando a emissora ainda não tinha sua filial brasileira.

Depois de um disco tão elaborado, os Titãs começaram a sentir falta do bom e velho rock’n’roll. E o disco “Tudo Ao Mesmo Tempo Agora”, que chegou às lojas em setembro de 1991, serviu para matar essa saudade. A banda levou ao extremo a volta ao estilo roqueiro: alugou uma casa para as gravações e decidiu se auto-produzir, interrompendo a parceria com Liminha. Com músicas com letras polêmicas – algumas escatológicas – e guitarras distorcidas, o disco mudou a cara dos Titãs. “Será Que É Isso Que Eu Necessito?” garantiu para a banda mais um Video Music Awards da MTV, que tinha chegado ao Brasil em outubro de 1990.

Os Titãs não abandonaram o rock pesado no trabalho seguinte. “Titanomaquia”, primeiro álbum da banda sem Arnaldo Antunes – que deixou o grupo para se dedicar à carreira solo –, teve como ingrediente a mais a produção de Jack Endino, responsável por discos da turma grunge, como Nirvana, Mudhoney e Tad. Jack foi importado de Seattle exclusivamente para ajudar os Titãs a darem um acabamento melhor ao som agressivo que queriam fazer naquela fase. O oitavo álbum da banda, lançado em julho de 1993, emplacou “Será Que É Isso Que Eu Necessito?” e “Nem Sempre Se Pode Ser Deus”.

No segundo semestre de 1994, ao fim da turnê de “Titanomaquia”, os Titãs decidiram pela primeira vez tirar um ano de férias para que cada um pudesse tocar seus projetos paralelos. Paulo Miklos e Nando Reis lançaram discos solos, Tony Bellotto escreveu seu primeiro livro, Marcelo Fromer produziu outros músicos e Charles Gavin passou um período em Londres fazendo curso de produção. Os Titãs, porém, não ficaram muito tempo longe um do outro. Nessa época eles fundaram, em parceria com a WEA, o selo Banguela, responsável pelo lançamento de bandas como Raimundos, mundolivre s/a e Maskavo Roots, entre outras. Sérgio Britto e Branco Mello, além de donos, viraram artistas do selo. Eles montaram, com a baterista Roberta Parisi, a banda Kleiderman e gravaram o CD “Con el Mundo a Mis Pies”.

A folga acabou em 95, com o lançamento do álbum. “Domingo”. O segundo trabalho do grupo com Jack Endino, veio bem mais pop do que os dois trabalhos anteriores e contou com participações especiais de Herbert Vianna, João Barone, Andreas Kisser e Igor Cavalera. “Domingo” foi disco de ouro e emplacou nas rádios a faixa-título e “Eu Não Agüento”, da Banda Tiroteio, a primeira canção gravada pelos Titãs que não foi composta por um dos músicos do grupo.

Na comemoração dos 15 anos de carreira da banda, os Titãs lançaram mais um disco histórico. O “Acústico MTV”, gravado em março de 1997 no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, vendeu mais de 1,7 milhão de cópias, batendo todos os recordes do formato. Além de músicas antigas que ganharam arranjos novos, o CD trazia as inéditas “Os Cegos do Castelo”, “Nem 5 Minutos Guardados”, “A Melhor Forma” e “Não Vou Lutar”. O “Acústico” contou com participações especiais de Rita Lee (“Televisão”), Marisa Monte (“Flores”), Jimmy Cliff (“Querem Meu Sangue”), Fito Paez (“Go Back”), Marina Lima (“Cabeça Dinossauro”) e Arnaldo Antunes (“O Pulso”). “Pra Dizer Adeus”, originalmente gravada em “Televisão”, se tornou um sucesso instantâneo e uma das músicas mais executadas em rádio naquele ano.

Depois de fazerem mais de 300 shows pelo Brasil acompanhados de orquestra, os Titãs decidiram repetir a dose no álbum seguinte. “Volume 2”, lançado em outubro de 1998, trazia mais músicas antigas com arranjos acústicos (e semi-acústicos), mas também outras novidades. Além da música de trabalho “É Preciso Saber Viver”, uma regravação de Roberto Carlos, o álbum tinha seis canções inéditas. O “Volume Dois” não foi uma continuação do “Acústico” apenas no estilo: o sucesso se repetiu, com mais de 600 mil copias vendidas.

No ano seguinte, os Titãs decidiram homenagear alguns de seus artistas preferidos. Roberto Carlos, Ultraje a Rigor e Tim Maia, entre outros, foram lembrados no CD “As Dez Mais”. A versão de “Pelados em Santos”, dos Mamonas Assassinas, foi criticada por alguns, mas muito executada nas rádios. “Aluga-se”, de Raul Seixas, não só fez sucesso, como foi incorporada ao repertório, e ficou quase imutável no setlist, dos shows da banda.

Em 2000, os Titãs fizeram uma nova parada para investir em suas carreiras solos. Nando Reis lançou o seu segundo disco, “Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro”, e Sérgio Britto gravou o álbum “A Minha Cara”. Branco Mello encabeçou a banda S. Futurismo, com a qual se apresentou na Tenda Brasil do Rock in Rio 3. Nando Reis também se apresentou neste palco. No ano seguinte, foi a vez de Paulo Miklos preparar seu segundo CD, “Vou Ser Feliz e Já Volto”.

Em 2001, os Titãs sofrem um golpe duro. Em 11 de junho, um dia antes de a banda entrar em estúdio para gravar o 13† álbum da carreira, o guitarrista Marcelo Fromer foi atropelado por uma moto em São Paulo e morreu dois dias depois. Gravar o disco passou a ser um desafio que os Titãs encararam em homenagem a Marcelo e à própria história do grupo que ele ajudou a fundar. “A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana”, o primeiro álbum só de inéditas depois de quatro anos, chegou às lojas em outubro em clima de grande expectativa. Com a veia rock’n’roll mais uma vez ativada, o grupo estreou em uma gravadora nova, a Abril Music. O CD conquistou crítica, público e transformou a canção “Epitáfio” num grande sucesso no rádio e na TV.

Nos quase dois anos que durou a turnê de “A melhor banda”, os Titãs voltaram a mostrar que sua força estava na estrada: a banda fez um total de 180 shows, percorrendo cada canto do país. Justamente no meio da turnê, em setembro de 2002, Nando Reis resolveu deixar o grupo. Para o seu lugar, foi convocado para tocar nos shows e nas gravações Lee Marcucci, um dos melhores baixistas do Brasil, que já tinha acompanhado Rita Lee e outros craques da música brasileira. Lee se integraria ao grupo e a Emerson Villani, guitarrista que desde a morte de Fromer também participava das turnês e das gravações dos Titãs.

Para completar 2002, em que a banda festejava seus 20 anos, entrou no ar o novo site da banda (titas.net), em que a marca registrada é a permanente interatividade entre os fãs e os cinco integrantes do grupo, e chegou às livrarias a biografia “A vida até parece uma festa - Toda a história dos Titãs”.

Em novembro de 2003, os Titãs lançam seu 14` CD, “Como estão vocês?”, que traz de volta uma dobradinha que deu certo: Liminha assina a produção. Com um som bem rock`n roll, que consagrou o grupo, os Titãs emplacam de cara nas rádios “Eu não sou um bom lugar” e tem “Enquanto houver sol” incluída na trilha sonora da novela “Celebridade”. O fim do ano ainda traz um mimo: É lançado o songbook “Titãs - Todas as canções”, reunindo a obra completa da banda, cifradas e com fotos inéditas, numa obra luxuosa e inigualável no Brasil, coroando os 21 anos de carreira da banda.

Texto: Site Oficial

Integrantes:

Formação atual

Branco Mello - vocal e baixo
Paulo Miklos - vocal, guitarra e saxofone
Sérgio Britto - vocal, teclado, e baixo
Tony Bellotto – guitarra

Músico de apoio

Mario Fabre - bateria (2010-presente)

Ex-integrantes

Ciro Pessoa - vocal (1982 – 1983)
André Jung - bateria (1982 – 1984)
Arnaldo Antunes - vocal (1982 – 1992)
Marcelo Fromer - guitarra (1982 – 2001)
Nando Reis - vocal e baixo (1982 – 2002)
Charles Gavin - bateria e percussão (1985 – 2010)

Titãs - Warner 30 Anos (2006)

Titãs - Warner 30 Anos (2006)


01. Aluga-se
02. Igreja
03. Eu Não Agüento
04. Todo Mundo Quer Amor
05. Cegos do Castelo
06. Eu e Ela
07. Marvin (Patches)
08. Querem Meu Sangue
09. Não Vou Me Adaptar
10. Fuga Nº 2
11. Sua Impossível Chance
12. Ciúme
13. O Que
14. O Homem Cinza

Titãs - Nheengatu (2014)

Titãs - Nheengatu (2014)


01. Fardado
02. Mensageiro da Desgraça
03. República dos Bananas
04. Fala, Renata
05. Cadáver Sobre Cadáver
06. Canalha
07. Pedofilia
08. Chegada ao Brasil
09. Eu Me Sinto Bem
10. Flores Para Ela
11. Não Pode
12. Senhor
13. Baião de Dois
14. Quem São os Animais?

Titãs - Cabeça Dinossauro Ao Vivo (2012)

Titãs - Cabeça Dinossauro Ao Vivo (2012) 


01. Cabeça Dinossauro
02. AA UU
03. Igreja
04. Polícia
05. Estado Violência
06. A Face do Destruidor
07. Porrada
08. Tô Cansado
09. Bichos Escrotos
10. Família
11. Homem Primata
12. Dívidas
13. O Quê

Titãs - Titãs + Xutos & Pontapés - Ao Vivo no Rock in Rio 4, 2011 (2012)

Titãs - Titãs + Xutos & Pontapés - Ao Vivo no Rock in Rio 4, 2011 (2012)


01. Diversão
02. Dados Viciados
03. Polícia
04. A Minha Maneira
05. Não Sou o Único
06. Bichos Escrotos
07. Porrada
08. Vossa Excelência
09. Para Ti Maria
10. Alta Rotação
11. Cabeça Dinossauro
12. Aluga-se/A Minha Casinha
13. Flores
14. Lugar Nenhum
15. AA UU

Paulo Miklos - Biografia

Paulo Miklos - Biografia


Paulo Roberto de Souza Miklos (São Paulo, 21 de janeiro de 1959) é um músico, ator e apresentador de televisão brasileiro, ex-vocalista da banda de rock Titãs. Em 2001 iniciou a carreira de ator. Em 2011, iniciou a carreira de apresentador de televisão, apresentando o "Paulo Miklos Show" na MixTV, entre 2012 e 2013.


Carreira como músico

Seu primeiro contato com a música veio na infância, quando os pais lhe deram um piano e sua avó lhe deu uma flauta doce. Estudou também o piano. Em 1979, participou como arranjador de um festival da extinta TV Tupi, no qual também se apresentaram Arrigo Barnabé e Walter Franco. Chegou a cursar música na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Sem se sentir parte daquele universo de estudantes de conservatório que praticavam desde os seis anos de idade, ele passou um ano visitando a fitoteca da faculdade e copiando seus conteúdos. Também chegou a estudar filosofia na PUC-SP e psicologia em Mogi Mirim.


Com os Titãs

Nos Titãs, Paulo cantava, tocava guitarra e ocasionalmente teclado e saxofone. No dia 11 de julho de 2016, anunciou seu desligamento da banda, com a intenção de se dedicar a projetos individuais. Na época, prometeu percorrer novos caminhos como compositor e intérprete, assim como na carreira de ator.


Solo

Em sua carreira solo, lançou dois álbuns. O primeiro, de 1994, leva seu nome e foi totalmente escrito, composto e produzido por ele mesmo. Até agosto de 1997, havia vendido 7,8 mil cópias. O segundo, Vou Ser Feliz e Já Volto (2001), traz o músico na capa com os cabelos loiros em um ensaio fotográfico em Nova Iorque, onde vivenciou excessos com drogas e álcool. Paulo o descreveu da seguinte forma:

“É um disco escapista. É justamente a brincadeira da tabuleta 'Volto já'. Era um pouco isso, de estar muito imerso na coisa do tédio, do cotidiano, da mesmice. Eu talvez estivesse no auge do momento de estar escapando de tudo e usando todos os artifícios possíveis para estar vivendo uma realidade paralela, explorando as portas da percepção escancaradas.”

Em 2014, ele e a vocalista do Pato Fu Fernanda Takai cantaram a canção "Mostra Tua Força Brasil", composta por Jair Oliveira e dirigida por Simoninha; o trabalho foi para uma campanha do Itaú Unibanco para a Copa do Mundo FIFA de 2014 no Brasil.

Em 2015, participou da canção "Trono de Estudar", composta por Dani Black em apoio aos estudantes que se articularam contra o projeto de reorganização escolar do governo estadual de São Paulo. A faixa teve a participação de outros 17 artistas brasileiros: Chico Buarque, Arnaldo Antunes (seu ex-companheiro de Titãs), Tiê, Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Tiago Iorc, Lucas Silveira (Fresno), Filipe Catto, Zélia Duncan, Pedro Luís (Pedro Luís & A Parede), Fernando Anitelli (O Teatro Mágico), André Whoong, Lucas Santtana, Miranda Kassin, Tetê Espíndola, Helio Flanders (Vanguart), Felipe Roseno e Xuxa Levy.

Em 2016, logo após sair dos Titãs, começou a trabalhar em seu terceiro disco solo, que está em fase de produção. Em junho de 2017, informou que o trabalho terá produção de Pupillo (Nação Zumbi), direção musical do jornalista e pesquisador Marcus Preto e diversas parcerias, incluindo Emicida, Dadi Carvalho, Erasmo Carlos em "País Elétrico", Guilherme Arantes em "Estou Pronto" e Russo Passapusso (BaianaSystem) em "Vigia". Seus ex-companheiros de Titãs Arnaldo Antunes e Nando Reis também foram convidados, mas suas participações ainda não foram confirmadas.

Em julho de 2017, foi anunciado que o álbum se chamará A Gente Mora no Agora e será lançado em agosto do mesmo ano, com um show de lançamento marcado para o dia 17 em São Paulo. O primeiro single, "A Lei Desse Troço", também foi divulgado na época. Trata-se de uma parceria com Emicida com arranjos de Letieres Leite. Em 28 de julho, divulgou outra faixa, "Vou te Encontrar", escrita por Nando Reis, outro ex-membro dos Titãs. (Texto: Wikipédia)

Paulo Miklos - A Gente Mora No Agora (2017)

Paulo Miklos - A Gente Mora No Agora (2017)


01. A Lei Desse Troço
02. Vigia
03. Risco Azul
04. Vou Te Encontrar
05. Todo Grande Amor
06. País Elétrico
07. Estou Pronto
08. Não Posso Mais
09. Principio Ativo
10. Afeto Manifesto
11. Samba Bomba
12. Deixar de Ser Alguém
13. Eu Vou

Paulo Miklos - Vou Ser Feliz e Já Volto (2001)

Paulo Miklos - Vou Ser Feliz e Já Volto (2001)


01. Vai Acontecer de Novo
02. Mamãe Disse... Papai Disse...
03. Todo O Tempo
04. O Que Você Me Diz?
05. Hoje
06. Por Querer
07. Lâmina De Vidro
08. Orgia
09. Sem Amor
10. Sinos Entre Os Anjos
11. O Milagre Do Ladrão

Paulo Miklos - Paulo Miklos (1994)

Paulo Miklos - Paulo Miklos (1994)


01. Iniciação
02. A Mesma Praça
03. De Quem São As Cidades?
04. A Paz é Inútil Para Nós
05. Ele Vai Se Vender
06. Esse é o Lugar
07. Aos 500 Surfistas Rodoviários Mortos
08. Todos Os Motivos
09. Eu Perco Você
10. Abandono
11. Ninguém Se Cansa de Ouvir O Som da Própria Voz

Humberto Gessinger - Biografia

Humberto Gessinger - Biografia


Humberto Gessinger nasceu em 24 de dezembro de 1963, em Porto Alegre, RS.

Em 1985, com colegas da Escola de Arquitetura da UFRGS, montou a banda Engenheiros do Hawaii. O nome fazia uma brincadeira com estudantes de engenharia e surfistas que frequentavam o bar da faculdade.

Os mais de 30 anos de carreira estão materializados em 21 CDs, 7 DVDs e 2 Compactos. O sucesso destes discos lhe rendeu 9 Discos de Ouro, 1 Disco de Platina e 4 DVDs de Ouro.

Ao longo da estrada, foram mais de 2.500 shows por todos os estados brasileiros. A banda também se apresentou em 6 países, entre eles EUA, Japão e a extinta URSS.

Apesar de se considerar, principalmente, um compositor, Humberto é músico autodidata, e, nas várias fases de sua carreira, tocou diversos instrumentos como baixo, guitarra, viola caipira, violão, teclados, bandolim, harmônicas e acordeon.

Ao final da turnê do disco NOVOS HORIZONTES, em 2008, foi anunciada uma pausa por tempo indeterminando nos Engenheiros do Hawaii e Humberto foi para a estrada com o projeto Pouca Vogal, um power duo em parceria com Duca Leindecker. Em 4 anos foram mais de 220 shows em mais de 150 cidades e um CD/DVD gravado ao vivo em Porto Alegre. No final de 2012 o Pouca Vogal encerrou a turnê e Humberto passou a se dedicar a carreira solo.

No final de 2013, Humberto lançou seu 20º álbum e primeiro como artista solo. O disco é o primeiro com músicas inéditas em 10 anos e traz participações especiais de grandes nomes da musica gaúcha como Luis Carlos Borges, Bebeto Alves e Frank Solari. No show, Humberto, tocando baixo, e acompanhado de Tavares nas guitarras e Rafael Bisogno na bateria, apresenta suas novas composições, além dos grandes sucessos e clássicos dos Engenheiros do Hawaii. A turnê já percorreu diversas cidades e atualmente Humberto se prepara para a gravação de seu primeiro DVD solo, com imagens de shows, backstage e algumas músicas filmadas no interior o Rio Grande do Sul.

Paralelamente a seu trabalho como músico, Humberto Gessinger lançou cinco livros: "MEU PEQUENO GREMISTA" fala de sua paixão pelo Grêmio. PRA SER SINCERO reúne autobiografia, 123 letras comentadas e um ensaio escrito pelo professor Luís Augusto Fischer. MAPAS DO ACASO, ao lado de memórias e reflexões divididas em "notas mentais para uma próxima vida", traz 45 letras comentadas. (Texto: Facebook Oficial)

Humberto Gessinger - Louco Pra Ficar Legal (2016) [EP]

Humberto Gessinger - Louco Pra Ficar Legal (2016) [EP]


01. Pra Ficar Legal
02. Faz Parte

Humberto Gessinger - InSULar Ao Vivo (2014)

Humberto Gessinger - InSULar Ao Vivo (2014)


01. Até o Fim
02. Armas Químicas e Poemas
03. Bora
04. Ilex Paraguariensis
05. Surfando Karmas & DNA
06. Eu que não Amo Você
07. Insular
08. Ando Só
09. A Ponte para o Dia
10. Voo do Besouro
11. Deserto Freezer
12. Milonga Orientão
13. Somos quem Podemos Ser
14. De Fé
15. Nuvem
16. 3×4
17. Dançando no Campo Minado
18. Tchau Radar, a Canção
19. Pra ser Sincero
20. Dom Quixote
21. O Exército de Um Homem Só

Humberto Gessinger - InSULar (2013)

Humberto Gessinger - InSULar (2013)


01. Terei Vivido
02. Sua Graça
03. Bora
04. A Ponte Para o Dia (part. de Bebeto Alves)
05. Tchau Radar (part. de Rodrigo Tavares)
06. Tudo Está Parado
07. Recarga (part. de Luis Carlos Borges)
08. Milonga do Xeque-Mate (part. de Frank Solari)
09. Insular
10. Essas Vidas da Gente
11. Segura a Onda Agora, DG (part. de Nico Nicolaiewsky)
12. Plano B

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Sá & Guarabyra - Sá e Guarabyra e Orquestra Sinfônica de Americana SP - Ao Vivo (1999)

Sá & Guarabyra - Sá e Guarabyra e Orquestra Sinfônica de Americana SP - Ao Vivo (1999)


01. Espanhola
02. Dona
03. Caçador de Mim
04. Sobradinho
05. Lembranças do Futuro
06. A longa Noite
07. Quem Saberia Perder
08. Capitão da Meia-Noite
09. Rio-Bahia
10. Harmonia
11. Desenhos no Jornal
12. Foi Um Vento Que Levou

Sá & Guarabyra - Rio-Bahia (1997)

Sá & Guarabyra - Rio-Bahia (1997)


01. Rio-Bahia
02. Solto na Buraqueira
03. A Estrangeira
04. Bela, Bela
05. No Mundo é Assim
06. Coisa Boa
07. Deus Que Socorrei
08. Bati A Porta
09. O baú de Sofia
10. Vou Levando

Sá & Guarabyra - Sá & Guarabyra (1994)

Sá & Guarabyra - Sá & Guarabyra (1994)


01. Duas Vezes Dez
02. Antenas
03. Não te Interessa   
04. Loura Zulu
05. Mais Um
06. Dia Após Dia
07. Maria Terra e Zé Homem
08. Piracema
09. Lá se Vão
10. Frente a Frente

Sá & Guarabyra - Vamos Por Aí (1990)

Sá & Guarabyra - Vamos Por Aí (1990)


01. Ziriguidum Tchan
02. Meu Lar É Onde Estão Meus Sapatos
03. Abre Esta Porta
04. Quintininho E Zé Maria
05. Vamos Por Aí
06. Você Se Lembra
07. Atrás Da Poeira
08. Estrela Natureza
09. Quem Saberia Perder
10. Barulhos

Sá & Guarabyra - Cartas, Canções e Palavras (1987)

Sá & Guarabyra - Cartas, Canções e Palavras (1987)


01. Cartas, Canções E Palavras
02. Barqueiro De Vela
03. O Apito Do Vapor
04. Serena
05. Pés Nos Chão
06. Muge O Boi
07. Parar De Correr
08. Rosto De Atriz
09. Tabuleiro
10. Os Meninos Dos Abrolhos
11. Fazer O Céu

Sá & Guarabyra - Harmonia (1986)

Sá & Guarabyra - Harmonia (1986)


01. Bom Que Dói
02. Dona
03. Roque Santeiro
04. Verdades e Mentiras
05. Lembranças do Futuro
06. Harmonia
07. A Voz do Cantor
08. Penso Demais
09. Me Faça Um Favor
10. Chuva e Sol
11. Tua Casa, Minha Casa

Sá & Guarabyra - O Paraíso Agora (1984)

Sá & Guarabyra - O Paraíso Agora (1984)


01. Capitão da Meia-Noite
02. Cheiro Mineiro de Flor
03. Fogo Caipira
04. A Porta do Farol
05. A Longa Noite
06. Animais Domésticos
07. Quando Provei Teu Doce
08. Minha Companhia
09. Fogo-Pagô
10. Paraíso Agora

Sá & Guarabyra - 10 Anos Juntos (1982)

Sá & Guarabyra - 10 Anos Juntos (1982)


01. Caçador de Mim
02. Espanhola
03. Dona
04. O Jeito de Viver
05. Primeira Canção da Estrada
06. O pó da Estrada
07. Dança o Atrevido
08. O bando na Dança
09. Vem Queimando a Nave Louca
10. Sete Marias
11. Sobradinho

Sá & Guarabyra - Quatro (1979)

Sá & Guarabyra - Quatro (1979)


01. Sete Marias
02. Wonder Woman (Falso Inglês)
03. Peixe Voador
04. Polaca Mineira
05. Pássaro
06. Flora Medicinal
07. Vem Queimando A Nave Louca
08. Alucinante Alice
09. Chão de Poeira/Cigarro de Palha
10. Chuva do Campo
11. Baquiá

Sá & Guarabyra - Pirão de Peixe Com Pimenta (1977)

Sá & Guarabyra - Pirão de Peixe Com Pimenta (1977)


01. Sobradinho
02. Marimbondo
03. Trem de Pirapora
04. João-Sem-Terra
05. Pirão de Peixe Com Pimenta
06. Coração de Maçã
07. Cinamomo
08. Espanhola
09. Canção dos Piratas
10. Água Corrente

Sá & Guarabyra - Cadernos de Viagem (1975)

Sá & Guarabyra - Cadernos de Viagem (1975)


01. Cadernos de Viagem
02. Dança o Atrevido
03. Muchacha
04. Passo-Preto
05. Lá Vem o Bicho
06. Velho Camalião
07. Xote Correntino
08. Roda o Mundo
09. Ondina Poconé
10. Tarzan dos Cromados
11. O Que Você Quiser
12. Mundo Invisível