terça-feira, 16 de outubro de 2012

Tom Jobim - 1988 - A Arte De Tom Jobim



Faixas:

1. Garota De Ipanema Antonio Carlos Jobim 2:37
2. Samba De Uma Nota So Antonio Carlos Jobim 2:16
3. Ela E Carioca Antonio Carlos Jobim 2:34
4. Vivo Sonhando Antonio Carlos Jobim 2:35
5. Agua De Beber Astrud Gilberto       2:18
6. Insensatez Antonio Carlos Jobim         2:54
7. O Morro Nao Tem Vez Antonio Carlos Jobim 2:34
8. Corcovado Antonio Carlos Jobim         2:19
9. Só Tinha De Ser Com Você Antonio Carlos Jobim 2:27
10. Meditacao Antonio Carlos Jobim 3:16
11. Surf Board Antonio Carlos Jobim 2:22
12. Ana Luiza Antonio Carlos Jobim 5:26
13. Desafinado Antonio Carlos Jobim 2:45
14. Dindi Antonio Carlos Jobim 2:36
15. So Danco Samba Antonio Carlos Jobim 2:16
16. Por Toda Minha Vida Nelson Riddle & His Orchestra 1:51
17. Samba Do Aviao Antonio Carlos Jobim 2:12
18. Chega De Saudade Antonio Carlos Jobim 4:21
19. Inútil Paisagem Elis Regina 3:09
20. Matita Pere Antonio Carlos Jobim 7:13
21. Nuvens Douradas Antonio Carlos Jobim 3:17
22. Águas De Março Antonio Carlos Jobim 3:31

Tom Jobim - 1987 - Personalidade



Artista: Tom Jobim
Título: Personalidade
Ano: 1987
Gravadora/Fabricante/Selo: Philips

Lado A
01 – Samba do Avião – Antônio Carlos Jobim
02 – Vivo Sonhando – Antônio Carlos Jobim
03 – Ana Luiza – Antônio Carlos Jobim
04 – Insensatez – Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes
05 – A Felicidade – Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes
06 – Desafinado – Antônio Carlos Jobim e Newton Mendonça
07 – Águas de Março – Antônio Carlos Jobim

Lado B
01 – Garota de Ipanema – Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes
02 – O Morro Não Tem Vez – Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes
03 – Chega de Saudade – Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes
04 – Ela é Carioca – Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes
05 – Meditação – Antônio Carlos Jobim e Newton Mendonça
06 – Só Tinha de Ser Com Você – Antônio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira
07 – Nuvens Douradas – Antônio Carlos Jobim

Tom Jobim - 1987 - Passarim



Faixas:

1- Passarim
2- Bebel
3- Borzeguim
4- Anos dourados (participação de Chico Buarque)
5- Isabella
6- Fascinatin' rhythm
7- Chansong
8- Samba do Soho
9- Luiza
10- Brasil nativo
11- Gabriela

Tom Jobim - 1987 - Joyce Canta Tom Jobim... Os Anos 60



Faixas:

01 - Corcovado
02 - Wave
03 - O Amor Em Paz
04 - Desafinado
05 - Ela É Carioca
06 - 'S Wonderful - Meditação
07 - Garota De Ipanema
08 - Insensatez
09 - Samba De Uma Nota Só
10 - Retrato Em Branco E Preto
11 - Chega De Saudade
12 - A Felicidade

Tom Jobim - 1987 - Inédito



Faixas

Disco  1

1- Wave (Vou te contar)
Tom Jobim
2- Chega de saudade
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
3- Sabiá
Tom Jobim / Chico Buarque
4- Samba do avião
Tom Jobim
5- Garota de Ipanema
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
6- Retrato em branco e preto
Tom Jobim / Chico Buarque
7- Modinha (Seresta num. 5)
Heitor Villa-Lobos / Manuel Bandeira
8- Modinha
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
9- Canta, canta mais
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
10- Eu não existo sem você
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
11- Por causa de você
Tom Jobim / Dolores Duran
12- Sucedeu assim
Tom Jobim / Marino Pinto

Disco  2

1- Imagina
Tom Jobim / Chico Buarque
2- Eu sei que vou te amar
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
3- Canção do amor demais
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
4- Falando de amor
Tom Jobim
5- Inútil paisagem
Tom Jobim / Aloysio de Oliveira
6- Derradeira primavera
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
7- Canção em modo menor
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
8- Estrada do Sol
Tom Jobim / Dolores Duran
9- Águas de março
Tom Jobim
10- Samba de uma nota só
Tom Jobim / Newton Mendonça
11- Desafinado
Tom Jobim / Newton Mendonça
12- A felicidade
Tom Jobim / Vinicius de M


Tom Jobim - 1980 - Terra Brasilis



Faixas

Disco 1

Dreamer (Vivo sonhando) (Tom Jobim)
Canta mais (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
Olha Maria (Amparo) (Chico Buarque/Vinicius de Moraes)
Samba de uma nota só (Newton Mendonça/Tom Jobim)
Dindi (Tom Jobim/Aloysio de Oliveira)
Quiet nights (Corcovado) (Tom Jobim)
Marina Del Rey
Off key (Desafinado) (Newton Mendonça/Tom Jobim)
Você vai ver (Ana Jobim/Tom Jobim)
Estrada do Sol (Dolores Duran/Tom Jobim)

Disco 2

Garota de Ipanema (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
Chovendo na Roseira (Tom Jobim)
Triste (Tom Jobim)
Wave (Tom Jobim)
Se todos fossem iguais a você (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
Falando de amor (Tom Jobim)
Two kites (Thighs in the skies)
Modinha (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
Sabiá (Chico Buarque/Tom Jobim)
Estrada branca (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)

Ficha técnica

Antônio Carlos Jobim — piano, piano elétrico, violão
Bob Cranshaw — contrabaixo
Pascoal Meirelles — bateria
Rubens Bassini — percussão
Bucky Pizzarelli — violão
Claus Ogerman — arranjos e regência
Paulo Jobim — desenho da capa
Aloysio de Oliveira — Produção musical

Tom Jobim - 1977 - Tom, Vinícius, Toquinho & Miucha - Live In Rio



Faixas:

1. Abertura: Estamos Ai; Dia Da Criacao; Tarde Em Itapua; Gente
2. Carta Ao Tom / Carta Do Tom
3. Corcovado
4. Wave
5. Pela Luz Dos Olhos Teus
6. Saia Do Caminho
7. Samba Pra Vinicius
8. Aqua De Beber
9. Minha Namorada
10. Chega De Saudade

Tom Jobim - 1975 - Urubu



Faixas:

1 - O Boto
2 - Ligia
3 - Correnteza
4 - Angela
5 - Saudade Do Brasil
6 - Valse
7 - Arquitetura De Morar (Architecture To Live) (LP Version)
8 - O Homem

Tom Jobim - 1974 - Elis & Tom Jobim



Faixas

# Título Compositor(es) Duração
1. "Águas de Março"   Tom Jobim 3:32
2. "Pois É"   Tom, Chico Buarque 1:43
3. "Só Tinha de Ser com Você"   Tom, Aloysio de Oliveira 3:49
4. "Modinha"   Tom, Vinicius de Moraes 2:16
5. "Triste"   Tom 2:39
6. "Corcovado"   Tom 3:53
7. "O Que Tinha de Ser"   Tom, Vinicius 1:43
8. "Retrato em Branco e Preto"   Tom, Vinicius, Chico 3:03
9. "Brigas, Nunca Mais"   Tom, Vinicius 1:39
10. "Por toda a Minha Vida"   Tom, Vinicius 2:04
11. "Fotografia"   Tom 2:46
12. "Soneto de Separação"   Tom, Vinicius 2:20
13. "Chovendo na Roseira"   Tom 3:11
14. "Inútil Paisagem"   tom, Aloysio 3:08

Bônus da remasterização em CD e DVD-Áudio de 2004

# Título Compositor(es) Duração
15. "Fotografia (versão alternativa)"   Tom 4:36
16. "Bonita"   Tom 3:07

Créditos

Antonio Carlos Jobim - arranjo (faixa 4), piano, vocal, violão
Elis Regina - vocal
César Camargo Mariano - piano elétrico, piano e arranjos
Hélio Delmiro - guitarra elétrica, violão
Oscar Castro Neves - violão
Luizão Maia - baixo
Paulo Braga - bateria
Chico Batera - percussão
Bill Hitchcock - regência
Aloysio de Oliveira - produção


Elis & Tom é um álbum lançado em 1974 por Antonio Carlos Jobim e Elis Regina, pela gravadora Polygram, com gravações realizadas entre 22 de fevereiro e 9 de março do mesmo ano. É considerado pela crítica musical e pelo público brasileiro um dos álbuns mais importantes da MPB.


Tom Jobim - 1973 - Matita Perê



Faixas

"Águas de Março" (Antônio Carlos Jobim) — 3:56
"Ana Luiza" (Antônio Carlos Jobim) — 5:26
"Matita Perê" (Antônio Carlos Jobim, Paulo César Pinheiro) — 7:11
"Tempo do Mar" (Antônio Carlos Jobim) — 5:09
"The Mantiqueira Range" (Paulo Jobim) — 3:31
"Crônica da Casa Assassinada" (Antônio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes) — 9:58
a. "Trem Para Cordisburgo"
b. "Chora Coração"
c. "Jardim Abandonado"
d. "Milagre e Palhaços"
"Rancho nas Nuvens" (Antônio Carlos Jobim) — 4:04
"Nuvens Douradas" (Antônio Carlos Jobim) — 3:16

Créditos

Antônio Carlos Jobim - piano, violão e vocal
Claus Ogerman - arranjos (exceto faixa 3) e regência
Dori Caymmi - arranjo da faixa 3
João Palma - bateria e percussão
Airto Moreira - bateria e percussão
George Devens - percussão
Harry Lookousky - spalla
Eduardo Athayde - direção de produção
Frank Laico - engenharia de áudio
Ray Beckenstein - flautas e madeiras
Phil Bodner - flautas e madeiras
Jerry Dodgion - flautas e madeiras
Don Hammond - flautas e madeiras
Romeo Penque - flautas e madeiras
Urbie Green - trombone
Ron Carter - baixo
Richard Davis - baixo


Em janeiro de 73, Tom Jobim gravou Matita Perê em Nova Iorque, nos estúdios da gravadora Columbia. Contou com os arranjos e a regência do maestro alemão Claus Ogerman, com quem já havia trabalhado em seus discos pela gravadora CTI. Matita Perê marca um novo momento na carreira de Tom. Sua presença na bossa nova como um dos artífices do movimento já estava assegurada nos livros de história. A colaboração com Frank Sinatra já fora mais que comemorada. Tudo isso lhe conquistara o espaço e o respeito necessários junto à indústria fonográfica para que tivesse total liberdade de criação. E foi fazendo uso dessa liberdade que Tom resolveu lançar um disco orquestral que flertava com os climas oníricos de Debussy (Tempo do Mar) e com a literatura de Guimarães Rosa (Matita Perê).

O disco abre com uma versão de Águas de Março, música e letra do próprio Tom que desfia uma série de imagens prosaicas num ritmo quase cinematográfico. Tom se orgulhava da dificuldade enfrentada por estrangeiros em entender e traduzir certas expressões usadas na canção como 'febre terçã'. No ano seguinte a música ficaria famosa na interpretação de Tom em dupla com Elis Regina.

Ana Luiza para Tom era um tema premonitório, pois ele posteriormente viria a se casar com uma mulher chamada Ana e teria um filha chamada Luiza. Matita Perê é um longo tema orquestral na linhagem Villa Lobos. A letra faz referência ao conto O Duelo de Guimarães Rosa, mas também se remete à poesia de Drummond. O poeta compareceria ao lançamento do disco acompanhado por outros escritores.

Mantiqueira Range é um tema instrumental que quase resvala no jazz-rock (presença de Airto Moreira na percussão). Crônica da Casa Assassinada é a trilha sonora de um filme de Paulo César Saraceni baseado em livro do escritor Lúcio Cardoso. Um Rancho nas Nuvens não esconde suas intenções jazzísticas e Nuvens Douradas usa uma batida samba para contrastar com o lirismo das cordas.

Depois de Matita Perê, Tom continuaria com suas explorações orquestrais em discos como Urubu (75) e Terra Brasilis (80). Além disso, passaria a incorporar de modo mais constante a temática ecológica às suas composições




Tom Jobim - 1971 - Sinatra & Company




Faixas

" Água potável "( Vinicius de Moraes , Antonio Carlos Jobim , Norman Gimbel ) - 2:35
"Someone to Light up My Life" (de Moraes, Tom Jobim, Gene Lees ) - 2:37
"Triste" (Tom Jobim) - 2:40
"Nunca Go Away" ("Por Causa de Você") ( Ray Gilbert , Dolores Duran , Tom Jobim) - 2:28
"Loucura Este Feliz" ("Estrada Branca") (de Moraes, Tom Jobim, Lees) - 2:57
" Onda "(Jobim) - 3:25
" Uma Nota Samba "(Tom Jobim, Newton Mendonça , Jon Hendricks ) - 2:20
"Vou beber o vinho" ( Paul Ryan ) - 3:30
" (Eles longo para Be) Close to You "( Burt Bacharach , Hal David ) - 2:34
"Sunrise in the Morning" (Ryan) - 2:50
" Bein 'Green "( Joe Raposo ) - 3:00
"My Sweet Lady" ( John Denver ) - 3:01
" Leaving on a Jet Plane "(Denver) - 2:25
" Lady Day "( Bob Gaudio , Jake Holmes ) - 3:41

Pessoal

Frank Sinatra - vocais
Antonio Carlos Jobim - violão scat singing, (faixas 1-7)
Don Costa - arranjador, maestro (faixas 8-14)
Eumir Deodato - arranjador (faixas 1-7)
Morris Stoloff - maestro (faixas 1-7)

Sinatra & Company é um álbum do cantor americano Frank Sinatra lançado em 1971 .
O primeiro lado do álbum está na bossa nova , estilo e segundo lado é influenciado pelo soft rock , com um par de padrões de John Denver .
As gravações da bossa nova foram originalmente cortado para um follow-up para o aclamado Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim . Arranjado por Eumir Deodato , as gravações tinham sido concluída, a obra finalizada, e uma fita de 8 faixas lançamento do álbum planejada, intitulado Sinatra-Jobim , brevemente disponibilizada quando a decisão foi tomada a recuar. Alguns dos álbuns menos Sinatra mainstream não tinha um bom desempenho, e ansiedades levou à criação deste híbrido.
Três músicas gravadas no Sinatra-Jobim sessão - "Bonita", "Sabiá" e "Key Off (Desafinado)" - foram omitidos Sinatra & Company . "Sabiá" foi lançado nos EUA como o outro lado dos 45 "Lady Day" rpm single (Reprise 0970) em 1970, e foi emitido junto com "Bonita" na compilação 1977 Retrato de Sinatra ea compilação 1979, Sinatra- Sessões Jobim . "Key Off (Desafinado)" era inédito até a sua inclusão no box As gravações de estúdio completas Reprise em 1995. Em 2010 a Concord Records etiqueta concedida Sinatra-Jobim: As gravações Reprise completos , uma coleção abrangente de todas as faixas gravadas por Sinatra e Jobim.
Alguns 8 controlar versões de Sinatra-Jobim sobreviveram, e agora são disputados por colecionadores. [ 3 ]

Tom Jobim - 1970 - Tide



Faixas

Todas as músicas escritas por Antonio Carlos Jobim , exceto onde indicado.
" Garota de Ipanema "( Vinicius de Moraes , Norman Gimbel , Antonio Carlos Jobim ) - 4:53
"Carinhoso" ( Pedro Berrios , Carlos Braga , João de Barro , Pixinguinha ) - 2:49
"Jazz Tema" - 4:36
"Sue Ann" - 3:05
"Lembre-se" - 4:04
"Tide" - 4:06
"Takatanga" - 4:44
"Caribe" - 2:44
"Rockanalia" - 4:48
Faixas bônus na reedição do CD:
"Jazz Tema" [Alternate Leve] - 2:58
"Maré" [Alternate Leve] - 4:09
"Jazz Tema" [Alternate Leve] - 5:49
"Jazz Tema" [Master Leve em Full] - 8:15

Tom Jobim - 1970 - Stone Flower


Faixas

Todas as músicas compostas por Antonio Carlos Jobim, exceto onde indicado.
"Tereza My Love" -4:23
"Jogos de Crianças" -3:30
"Choro" -2:10
" Brasil "( Ary Barroso ) -7:25
"Stone Flower" -3:21
"Amparo" -3:41
"Andorinha" -3:32
"Deus eo Diabo na Terra do Sol" -2:23
"Sabiá" -3:58
"Brasil" [alternativo tomar] -5:25



Tom Jobim - 1966 - Apresenta


Músicas :
1- Berimbau
2-Eu Preciso de Voce
3-Morrer de Amor
4-Preciso Aprender a Ser Só
5-Imagem
6-Morte de um Deus de Sal
7-Samba Torto
8-Chuva
9-Razão de Viver
10-Seu Encanto
11-Tristeza de nós dois
12-Voce

Musicos :
Eumir Deodato - Piano
Jorge ferreira da Silva - Flauta/Sax Alto
Mauricio Einhorn - Gaita
Oscar Castro Neves - Violão
Sergio Barroso - Contrabaixo
Edison Machado - Bateria
Arranjos : Eumir Deodato e Lindolfo Gaya

Tom Jobim - 1964 - The Wonderful World Of



Faixas:

1- Ela é Carioca 02:38
2- Agua De Beber 02:29
3- Prancha de surfe 02:25
4- Paisagem inútil 02:18
5- So 'Tinha De Ser Com Voce 02:27
6- A Felicidade 02:07
7- Bonita 02:09
8- Favela 02:37
9- Valsa De Porto das Caixas 03:20
10- Samba de Avião 02:11
11- Por Toda A Vida Mima 01:48
12- Dindi 02:34

Tom Jobim - 1964 - Caymmi Visita Tom



FAIXAS
1 Das rosas
( Dorival Caymmi )
2 Só tinha de Ser com Você.
( Tom Jobim , Aloysio de Oliveira )
3 Inútil Paisagem
( Tom Jobim , Aloysio de Oliveira )
4 Vai de Vez
( Lula Freire , Roberto Menescal )
5 Canção da noiva
( Dorival Caymmi )
6 Saudade da Bahia
( Dorival Caymmi )
7 Tristeza de Nós Dois
( Maurício Einhorn , Durval Ferreira , Bebeto )
8 Berimbau
( Baden Powell , Vinicius de Moraes )
9 Sem Você.
( Tom Jobim , Vinicius de Moraes )

Tom Jobim - 1963 - Composer Of Desafinado Plays


Faixas

A segunda faixa foi erroneamente identificada como "O Morro" na versão original em LP.
O erro foi corrigido na versão remasterizada CD.
# Título Compositor(es) Duração
1. "The Girl From Ipanema"   Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes 2:42
2. "Amor em Paz (Once I Loved)"   Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes 3:36
3. "Água de Beber"   Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes 2:50
4. "Vivo Sonhando (Dreamer) (Antônio Carlos Jobim)"   Antônio Carlos Jobim 2:36
5. "O Morro Não Tem Vez (Favela)"   Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes 3:21
6. "Insensatez (How Insensitive)"   Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes 2:53
7. "Corcovado (Antônio Carlos Jobim)"   Antônio Carlos Jobim 2:26
8. "Samba de Uma Nota Só (One Note Samba)"   Antônio Carlos Jobim e Newton Mendonça 2:14
9. "Meditation"   Antônio Carlos Jobim e Newton Mendonça 3:15
10. "Só Danço Samba (Jazz Samba)"   Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes 2:22
11. "Chega de Saudade"   Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes 4:20
12. "Desafinado"   Antônio Carlos Jobim e Newton Mendonça 2:44
Duração total:
35:20

Créditos

Antônio Carlos Jobim — piano e violão, sendo este último em overdub.
Claus Ogerman — arranjos e regência
Creed Taylor — produção
Leo Wright — flauta
George Duvivier — baixo
Jimmy Cleveland — trombone
Edison Machado — bateria
Chuck Stewart — fotografia da capa

The Composer of Desafinado, Plays é o álbum de estreia de Antônio Carlos Jobim. Foi lançado em 1963 pela Verve Records e muito bem recebido pela crítica da época. Primeiro álbum de Jobim no mercado fonográfico americano, foi lançado durante na época em que o gênero da bossa nova estava em alta nos EUA, devido a hits como Desafinado e Garota de Ipanema. O álbum consiste em standards da bossa nova, os quais ainda são as músicas mais conhecidas e gravadas de Jobim.
A versão brasileira do álbum, intitulada Antônio Carlos Jobim, foi lançada no ano seguinte pela gravadora Elenco. Além do título diferente, a versão brasileira possui outra capa.

Francisco Petrônio - Biografia



Francisco Petrônio  (Francisco Petrone)
* 08/11/1923  São Paulo, SP
+ 18/1/2007  São Paulo, SP

Biografia
Cantor. Compositor. Foi motorista de táxi. Foi chamado pelo apresentador de Tv Airton Rodrigues de "A voz de veludo do Brasil".

Dados Artísticos
Começou a carreira artística já com 37 anos de idade, em 1960, quando era motorista de táxi e ao transportar o amigo e radialista Nerino Silva, disse que gostaria de cantar. O amigo levou-o então para um teste nas Emissoras Associadas no qual foi aprovado e contratado por um período de 2 anos. Em 1961, começou a atuar profissionalmente nas Rádio e TV Tupi de São Paulo. No mesmo ano, gravou seu primeiro disco, pelo selo Chantecler, com o bolero "Agora", de Don Fabian e Paulo Augusto e o tango "Não me falem dela", de Jorge Moreira e Sebastião Ferreira da Silva com acompanhamento da orquestra Chantecler com regência do maestro Élcio Alvarez. Em 1962, transferiu-se para a gravadora Continental na qual permaneceu por mais de vinte anos levado pelo compositor sertanejo e produtor Diego Mulero, o Palmeira. No mesmo ano, gravou os boleros "Segredo", de Daniel Magalhães e Cid Magalhães e "Disfarce", de Umberto Silva, Luiz Mergulhão e Toso Gomes. Este disco levou o número 005 e fez parte da série 78-000, última em 78 rpm lançada pela Continental. Ainda no mesmo ano, gravou a "Balada do homem sem rumo", de Castro Perret e o "Bolero triste", de Paulo Augusto e Nízio. Também em 1962, gravou com Dilermano Reis o LP "Uma voz e um violão em serenata - Francisco Petrônio e Dilermano Rei", o primeiro de sua série de 7 LPs, com destaques para as valsas "Rapaziada do Braz", de Alberto Marino; "Arrependimento", de Gastão Lamounier e Olegário Mariano; "Tardes em Lindóia", de Zequinha de Abreu, "Se ela perguntar", de Dilermando Reis e Jair Amorim e "Ave Maria", de Erotides de Campos e a canção "Chão de estrelas", de Orestes Barbosa.

Em 1963, gravou os boleros "Caminho escuro", de Willy Sampaio Ruiz e Paulo Augusto e "Eu...te amo", de Paulo Augusto e Arquimedes Messina. No mesmo ano, gravou as canções "O amor mais puro", de Palmeira, com declamação de Almeida Passos e "Maria das bonecas", de sua autoria e Enzo de Almeida Passos, com declamação de Júlio Fernandes. Também no mesmo ano, gravou da dupla Palmeira e Mário Zan as canções "Natal da minha terra" e "Nova flor", um clássico da música sertaneja. Nesse mesmo ano, ganhou o troféu "Chico Viola", criado pela Tv Record, pela gravação da música "Romance". Também em 1963, gravou o segundo disco com o violonista Dilermando Reis, com destaque para "Sob o céu de Brasília", de Dilermando Reis e José Fortuna; "Última inspiração", de PeterPan; "Dois destinos", de Dilermando Reis e José Fortuna; "Revendo o passado", de Freire Júnior e "Lágrimas", de Cândido das Neves. Em 1964, gravou o bolero "Cigana", do compositor gaúcho Túlio Piva e a canção "Trono azul", de Gavote e Czibulca, com versão e adaptação de Palmeira e Alfredo Corleto, com acompanhamento de Élcio Álvares e sua orquestra. Ainda no mesmo ano, gravou um dos cinco últimos discos em 78 rpm lançados pela gravadora Continental, com a "Valsa dos namorados", de Silvino Neto e "Eu pago esta noite", de omenico Modugno e versão de Valdir Santos. Por essa época, passou a atuar como free lancer em rádios e tvs. Também em 1964, gravou o LP "O romântico", que trazia entre outras "Nova flor", de Palmeira e Mário Zan; "Cigana", de Túlio Piva e "Io che amo solo te", de Sergio Endrigo.

Em 1965, apresentou show no Cassino Estoril em Portugal. No mesmo ano, gravou o LP "Baile da saudade", cuja música título, de Palmeira e Zairo Marinoza, tornou-se seu maior sucesso. Com direção e produção de Palmeira, o disco tinha ainda como destaques as valsas "Branca", de Zequinha de Abreu e Duque de Abrante; "Bodas de prata", de Roberto Martins e Mário Rossi e "Eu sonhei que tu estavas tão linda", de Lamartine Babo e Francisco Matoso.

Por essa época passou a divulgar pelo Brasil o "Baile da saudade", promovido pelo "Clube da Saudade", especializando-se a partir de então em cantar serestas. Em 1966, foi contratado pela TV Globo onde passou a apresentar o progrma "Baile da saudade". Em 1968, passou a produzir seu próprio programa "Baile da saudade" que passou a apresentar na Rádio Gazeta. Atuou ainda nas Rádios Record e Nove de Julho. Nesse período criou a Orquestra da Saudade, contando com dançarinos para divulgar músicas de serestas pelo Brasil.

Em 1971, lançou o sexto volume da série "Uma voz e um violão em serenata", gravada com Dilermando Reis na Continental, com destaque para as músicas "Cantiga por Luciana", de Paulinho Tapajós e Edmundo Souto; "Laura", de Alcyr Pires Vermelho; "Ave Maria no morro", de Herivelto Martins; "Boneca", de Benedito Lacerda e Aldo Cabral e "Três lágrimas", de Ary Barroso. Dois anos depois, lançou com Dilermando Reis o sétimo volume da série "Uma voz e um violão em serenata" no qual cantou "Pierrot", de Joubert de Carvalho e Paschoal Carlos Magno; "Maria Betânia", de Capiba; "Maringa', de Joubert de Carvalho; "Modinha", de Sergio Bittencourt e "Último desejo", de Noel Rosa. Em 1976, gravou com o Conjunto Época de Ouro o LP "Tempo de seresta" com destaque para "Aos pés da cruz", de Marino Pinto e José Gonçalvez; "Fita amarela", de Noel Rosa; "Feitio de oração", de Noel Rosa e Vadico; "Felicidade", de "René Bittencourt"; "Meu romance", de J. Cascata e "Favela", de Hekel Tavares e Joracy Camargo. Em 1977, gravou o LP "Francisco Petrônio homenageia Francisco Alves', pela Continental reeditando antigos sucesso do "Rei da voz", como ficou conhecido Francisco Alves: "A voz do violão", de Francisco Alves e Haroldo Campos; "Boa noite, amor", de José Maria de Abreu e Francisco Mattoso; "A mulher que ficou na taça", de Francisco Alves e Orestes Barbosa e "Caminhemos", de Herivelto Martins.

Em 1978, gravou o LP "Tributo a carinhoso", com obras de Pixinguinha como "Carinhoso", com João de Barro e "Rosa"; além de "Lágrimas", de Cândido das Neves e "Lábios que beijei", de J. Cascata e Leonel Azevedo. Gravou dois LPs em italiano. Esteve por dois anos na RCA Victor e retornou em seguida para a Continental.

Em 1995, gravou pela RGE o CD "Trinta anos de saudade". Em 1997, lançou o CD "Lembranças", também pela RGE. Em 2000, gravou o LP "Nostalgia Dela Terra nostra". Em 2003, continuou a apresentar seu programa "Baile da saudade", desta feita, na Rede Vida. Durante aproximadamente 40 anos dirigiu o "Baile da saudade", show no qual apresentava seus grandes sucessos, entre os quais, "Baile da saudade", "Agora" e "Não me falem dela".


BIOGRAFIA DE FRANCISCO PETRÔNIO PARA O MUSEU DA TELEVISÃO BRASILEIRA

Filho de José Petrone e Filomena César Petrone,  foi casado com Rosa Petrone. O casal teve  três filhos, seis netos. Ao contrário do que se possa imaginar, viveu sempre  uma vida  de intensa atividade artística e familiar, sendo Petrônio requisitado para apresentações em vários clubes de todo o Brasil.

“Sempre pude contar com muitos amigos, nestes mais de 40 anos de carreira de cantor. Um deles foi o saudoso Airton Rodrigues, que um dia me chamou de “A voz de veludo do Brasil” . Outro também saudoso amigo foi o Edson Curi (Bolinha), por tantas oportunidades, que me deu para apresentar-me em seus programas . Ainda quero citar a gravadora Continental, na TV ou na Rádio”.

Petrônio continuou  fazendo o que sempre soube e quis e amou fazer, ou seja, cantar. “Até quando não sei, somente Deus sabe. Por enquanto não penso em parar. Nunca tive vício algum, sempre cuidei da minha voz,  e graças a Deus ainda não senti o peso dos anos, pois continuo cantando nos mesmos tons originais do início de minha carreira”.

Incrível! Já passaram quase mais de 40 anos, desde que começou a cantar profissionalmente pela primeira vez. “Tudo aconteceu numa tarde de fevereiro do ano 1961, aos 37 anos de idade. Estava no meu táxi, um Chevrolet 1946, no ponto onde trabalhava, à Rua Libero Badaró, quando subiu no meu automóvel o então amigo Nerino Silva. Ficamos conversando, eu lhe disse que gostava de cantar, e quando chegamos ao seu destino era TV Tupi, onde ele era contratado. Combinamos que eu faria um teste na quarta-feira seguinte. Tudo bem, lá fui eu com o coração disparado e as pernas bambas, mas era tudo que eu queria e sonhava.Fiz o teste com outros cantores e fui naquele mesmo dia, contratado para um período de dois anos, onde faria parte do elenco da TV Tupi e também participações na Rádio Tupi. O mesmo Nerino Silva me levou para a gravadora Chantecler, fui contratado para gravar meu primeiro disco 78 rpm, isso, depois de ter mostrado ao Diogo Mulero (Palmeira), então diretor artístico da gravadora, uma fita magnética em que cantava algumas músicas. Foram escolhidas duas músicas: “Agora”, um bolero, e “Não me Falem Dela”, um tango. O maestro Elcio Álvares fez os arranjos. E lá estava eu com o meu primeiro disco nas mãos, e com meu nome de batismo Francisco.”

Em 1961 Francisco Petrônio gravou seu primeiro LONG PLAY, em homenagem a sua profissão (motorista de táxi). O nome do LP era “Cantando no Ponto” e na hora de colocar o nome no LP, o Palmeira perguntou se não queria mudar o nome de Francisco Petrone para Francisco Petrônio, pois o primeiro estava um pouco italianado. Em 1963,  ele gravou a música “Romance”, que lhe deu o primeiro troféu, o “Chico Viola do Ano”, troféu esse instituído pela TV Record. Ainda nesse ano, lançou “Amor mais Puro”, uma canção de autoria do Palmeira, com declamação de Enzo de Almeida Passos, dedicado ao Dia das Mães, e  que até hoje está em catálago. Também gravou do Palmeira e Mário Zan a música “Nova Flor”, que mais tarde iria se chamar “Los Hombres no Deven Llorar”, sucesso de novela pela TV Globo, numa versão para o espanhol, com um conjunto mexicano, e que foi  regravada por Roberto Carlos.

Em 1964, fez um show para Enzo de Almeida Passos, na cidade de Bragança Paulista, que tinha na ocasião, um programa dos mais ouvidos pela Rádio Bandeirantes, com o nome de “Telefone Pedindo Bis”. Na volta do show com seu amigo, violonista Zairo Marinoso, sem querer começou a cantarolar instintivamente o tema da música, que viria a se chamar “O Baile da Saudade”, cuja letra e as rimas iam se encaixando rapidamente, e com a participação do Zairo, que montou uma grande parte da música no caminho de volta.   Mas   aconteceu aí um grande detalhe: quando chegou em casa, às três horas da madrugada, antes de dormir, Petr6onio  gravou música e letra, deixando-a registrada no gravador. Quando acordou às nove da manhã, não se lembrava de mais nada, apenas recordou-se da gravação e imediatamente, telefonou para a Continental, onde Palmeira tinha assumido a direção artística, e pediu a ele que terminasse a letra da música. Rapidamente gravada  . ela, foi um sucesso total, pois a música “O Baile da Saudade” virou empresa, e  sempre realizou bailes da saudade, por todo o Brasil.

De um simples desejo de gravar aquele primeiro disco em 1961, conseguiu tudo ou quase tudo que um cantor popular gostaria de gravar, em quase todos os ritmos, em português, espanhol e italiano ( suas origens). Destas gravações poderia destacar os 7 LPs que gravou com o Dilermano Reis, com o título “ Uma Voz e um Violão em Serenata”, 2 LPs em italiano, onde além das canções tradicionais em dialeto napolitano, tem dois trechos da ópera, “Uma Furtiva Lacrime” e “E Lucevan L’ Stele” da Tosca. A série o “Baile da Saudade” foi volume 4, revivendo as mais lindas valsas brasileiras, os tangos, os boleros, as guarânias, os maxixes, os sambas, mas o seu destaque, a sua alma, a sua melhor interpretação foi, sem dúvida, à modinha de Carlos Gomes “Quem Sabe” com Dilermano Reis ao violão. O Palmeira, ao ouvi-la ainda em fita, antes do disco disse a Francisco Petrônio: “Você estava em estado de graça.”

Desses anos todos de carreira, foi durante dois anos contratado pela RCA VICTOR, onde gravou três LPs. Em seguida voltou para a Continental, porque lá havia deixado além de um patrimônio valioso em repertório de músicas gravadas, também seu amor pela gravadora e muitos amigos.

O tradicional “Baile da Saudade”,  foi uma criação sua deste 16 de junho de 1966, quando o apresentou pela primeira vez num programa pelo canal 5, então TV Paulista, “Cantando com Francisco Petrônio”.

No ano de 1999, lançou 2 CDs pela R.G.E.  Fez o 43º e 44º CDs, com o título de “Tributo a Chico Alves” e “Dançando com Francisco Petrônio”. Até 2.000 lançou 45 discos “Nostalgia Dela Terra Nostra.”

A falta de cantores românticos, especialmente da chamada “Velha Guarda” no Brasil o obrigou a permanecer no cenário artístico nacional, pois  foi sempre considerado um dos últimos cantores de músicas românticas brasileiras e o único que resgatou as músicas inesquecíveis e imortais, num tributo aos verdadeiros cantores da Música Popular Brasileira, dos quais  foi  fiel seguidor, procurando deixar às futuras gerações um legado dos mais românticos e tradicionais, pois: “Enquanto Houver Saudade Haverá os Eternos Saudosistas”.

Faleceu em 19 de janeiro de 2007.




Dilermando Reis - Biografia



Dilermando Reis  (Dilermando dos Santos Reis)
* 22/9/1916  Guaratinguetá, SP
+ 02/1/1977  Rio de Janeiro, RJ

Biografia
Violonista. Compositor.

Começou a estudar violão com o pai, o violonista Francisco Reis, ainda na infância. Em 1931, aos 15 anos de idade, já era conhecido como o melhor violonista de Guaratinguetá. Neste mesmo ano, assistindo a um concerto do violonista Levino da Conceição, que se apresentava na cidade, tornou-se seu aluno e seu acompanhador, seguindo-o em suas excursões.

Em 1933 chegou ao Rio de Janeiro, em companhia de Levino da Conceição e segundo contou em depoimento ao "MIS", "ao desembarcarmos na Central, tomamos o bonde com destino à Lapa à procura do violonista João Pernambuco", que era amigo de Levino da Conceição. O violonista residia num quarto de uma república na Praça dos Governadores, posteriormente Praça João Pessoa localizada no cruzamento da Av. Mem de Sá com a Rua Gomes Freire. Passaram o resto do dia e a noite com João Pernambuco, entre conversas e música.

Em 1934, Levino Conceição, a pretexto de ir a Campos, deixou pagos 15 dias de hotel para o jovem violonista e nunca mais voltou. Sozinho na cidade, procurou auxílio com João Pernambuco, que o acolheu. Em fins da década de 1930, envolveu-se num caso amoroso com Celeste, companheira de seu ex-professor Levino Conceição. O casal passou a residir na Rua Visconde de Niterói, próximo ao Morro de Mangueira. Viveram juntos por toda a vida. Trabalhou nas casas musicais Bandolim de Ouro e Guitarra de Prata. Foi amigo do ex-presidente Juscelino de Oliveira, e segundo seu depoimento: "Ajudei a construir, com minhas próprias mãos, o Catetinho. Meu violão foi o primeiro ouvido nos céus da nova capital. Fiz também a primeira música em homenagem à cidade que nascia".

Dados Artísticos
Um dos mais importantes violonistas brasileiros, atuou como instrumentista, professor de violão, compositor, arranjador, tendo deixado uma obra vultuosa, versátil, composta de guarânias, boleros, toadas, maxixes, sambas-canção e principalmente de valsas e choros. Iniciou sua vida profissional aos 18 anos de idade. Segundo seu relato ao Jornal do Brasil "Naquela época as lojas de instrumentos musicais mantinham professores de música que ajudavam a aumentar a clientela. Dei aulas numa loja na rua Buenos Aires, depois fui apresentado por um aluno ao dono da loja "Ao Bandolim de Ouro".

Em 1935, passou a lecionar na loja "A Guitarra de Prata". Por essa época, começou a acompanhar calouros na Rádio Guanabara, trabalho esporádico e sem contrato. No intervalo de uma dessas apresentações, como costumava fazer, solava uma valsa "Gota de lágrima", de Mozart Bicalho, quando o radialista Renato Murce ouviu e gostou. Levou o violonista para a Rádio Transmissora e deu-lhe um programa de solos de violão, para experimentar o resultado. O programa foi um sucesso. Iniciava-se neste momento uma carreira de violonista destinado à fama. Como já naquela época não era possível sobreviver apenas de solos de violão, continuou como acompanhador em regionais, como faziam todos os grandes violonistas da época como Garoto, Laurindo de Almeida e outros.

Em 1940, transferiu-se pra a Rádio Clube do Brasil. Nesse mesmo ano, formou uma orquestra de violões composta de 10 violonistas, à qual acredita-se que tenha sido uma das primeiras do gênero. Atuou com êxito na Rádio Clube e também no Cassino da Urca. Em 1941, gravou seu primeiro disco pela Columbia interpretando ao violão a valsa "Noite de lua" e o choro "Magoado", provavelmente o mais conhecido e mais executado de seus choros, ambas de sua autoria.

Três anos depois, gravou seu segundo disco interpretando a "Dança chinesa" e a dança típica "Adeus pai João", ambas de sua autoria. Em 1945, gravou mais dois discos com composições suas, o choro "Recordando"; as valsas "Saudade de um dia" e "Minha saudade" e a "Rapsódia infantil". Gravou em 1946 a valsa "Noite de estrelas" e os choros "Dedilhando" e "Grajaú", de sua autoria e a mazurca "Adelita", de Francisco Tárrega. Dois nos depois gravou o choro "Vê se te agrada"; a valsa "Dois destinos" e a polca "Araguaia", de sua autoria. Gravou as valsas "Súplica" e "Flor de aguapé" e os choros "Tempo de criança" e "Doutor sabe tudo", de sua autoria, em 1949.

A década de 1950, representou a consolidação e grande avanço na carreira do artista. Em 1950, gravou as serenatas "Alma sevilhana" e "Quando baila la muchacha". No ano seguinte, gravou solo ao violão a valsa "Promessa"; os choros "Xodó da baiana" e "Bingo" e o baião "Sentimental" e, com seu conjunto, os choros "Cuidado com o velho" e "Vaidoso", todas de sua autoria. Em 1952, gravou de João Pernembuco o choro "Sons de carrilhões" e de Américo Jacomino, o Canhoto, a valsa "Abismo de rosas". Em 1953, gravou de sua autoria o calango "Calanguinho", o bolero "Penumbra" e a valsa "Alma nortista" e de João Pernambuco o jongo "Interrogando". No ano seguinte, gravou a fantasia "Recordando a Malaguenha"; "Uma noite em Haifa" e o choro "Fingimento", de sua autoria e o fox-trot "Eu amo Paris", de Cole Porter. Em 1955, gravou o "Poema de Fibich", de Zedenko Fibich; a canção "Barqueiro do Volga", de domínio público; a polca "Rosita", de Francisco Tárrega, a valsa "Dois destinos", o choro "Vê se te agrada"; o baião "Chuvisco"; a polca "Limpa-banco" e o bolero "Sonhando com você", de sua autoria.

Em 1956, por interferência do recém-empossado presidente JK, assinou contrato com a Rádio Nacional, para estrelar o programa "Sua majestade, o violão", nos primeiros anos apresentado por Oswaldo Sargentelli e posteriormente por César Ladeira. O programa tinha por prefixo a mazurca "Adelita", de Francisco Tárrega e se manteve no ar até 1969. No mesmo ano, gravou a "Tristesse - opus nº 3", de Chopin e a mazurca "Adelita", de Francisco Tárrega. Em 1958, gravou a valsa "Se ela perguntar", parceria com Jair Amorim; a guarânia "Índia", de Flores e Guerrero e as canções "Romance de amor", de Vicente Gomes e "Pavana", de Francisco Tárrega. No mesmo ano, lançou o LP "Sua majestade o violão".

Em 1960, gravou "La despedida (Chilena nº1), de Juan Rodrigues e "Ausência", de sua autoria. Nesse ano, lançou o disco "Melodias da Alvorada", em homenagem à nova capital, e a seu fundador, Juscelino Kubitchek, em companhia de quem foi o primeiro músico de prestígio nacional a tocar na "solidão de Brasília", que se iniciava a partir de 1957. O disco teve arranjos e regência de Radamés Gnattali. Também no mesmo ano, lançou o LP "Abismo de rosas" que reuniu sucesso anteriormente gravados por ele como a música título, além de novas gravações como "Ruas de Espanha" e "Uma valsa e dois amores", de sua autoria e a "Sonata ao luar", de Beethoven. Em 1961, gravou a "Marcha dos marinheiros", de Américo Jacomino, o Canhoto; a valsa "Soluços", de José Augusto de Freitas e o choro "Odeon", de Ernesto Nazareth. Em 1962, gravou a toada "Oiá de Rosinha", de sua autoria e o samba-canção "Abandono", de Nazareno de Brito e P. Barros, além de acompanhar ao violão o ator Paulo Gracindo na gravação dos poemas "Pequena cantiga de Natal", de Ghiaroni e "Idealista", "Felicidade" e "Ato de caridade", de Djalma de Andrade. Nesse ano, gravou com Francisco Petrônio o LP "Uma voz e um violão" no qual interpretaram clássicos como "Chão de estrelas", de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa; "Malandrinha", de Freire Júnior; "Ave Maria", de Erotides de Campos; "Rapaziada do Braz", de Alberto Marino e "Tardes de Lindóia", de Zequinha de Abreu. Em 1963, gravou o maxixe "Sons de carrilhão", de João Pernambuco; a toada-brasileira "Despertar da montanha", de Eduardo Souto; a valsa "Gotas de lágrimas", de Mozart Bicalho e o dobrado "Cisne branco", de A . M. Espírito Santo e B. X. Macedo. No mesmo ano, gravou o segundo disco com o cantor Francisco Petrônio, com destaque para "Sob o céu de Brasília", de Dilermando Reis e José Fortuna; "Última inspiração", de PeterPan; "Dois destinos", de Dilermando Reis e José Fortuna; "Revendo o passado", de Freire Júnior e "Lágrimas", de Cândido das Neves.

Os LPs mostraram uma nova faceta do violonista: o acompanhamento de cantores com apenas um violão, que neste caso se caracterizava pela apresentação da canção, seguida de um solo, voltando ao acompanhamento para terminar. Nesse estilo de acompanhar, esteve ao lado de José Mojica quando este veio ao Brasil e fez um total de sete LPs com o cantor Francisco Petrônio. Em 1970, Radamés Gnattali dedicou ao violonista o "Concerto nº1", gravado nesse mesmo ano. Ainda nessa ano, lançou LP com seu nome no qual interpretou, entre outras, "É só cascata"; "Sandrinha"; "Nossa seresta"; "Oriental" e "Luar de maio", de sua autoria e "Maria Betânia", de Capiba.

Como professor, ensinou a grandes violonistas dentre os quais Darci Vilaverde e Bola Sete. Foi também professor de Maristela Kubitscheck, filha do presidente Juscelino, de quem foi grande amigo e parceiro de serenatas. Essa amizade, aliás, valeu-lhe a nomeação para um cargo público, o que muito lhe aliviou as dificuldades financeiras.

Em 1971, lançou o sexto volume da série "Uma voz e um violão em serenata", gravada com Francisco Petrônio na Continental, com destaque para as músicas "Cantiga por Luciana", de Paulinho Tapajós e Edmundo Souto; "Laura", de Alcyr Pires Vermelho; "Ave Maria no morro", de Herivelto Martins; "Boneca", de Benedito Lacerda e Aldo Cabral e "Três lágrimas", de Ary Barroso.

Em 1972, gravou o LP "Dilermando Reis interpreta Pixinguinha" interpretando entre outras, "Carinhoso", de Pixinguinha e João de Barro; "Lamentos", de Pixinguinha e Vinícius de Moraes e "Segura ele"; "Chorei"; "Proezas de Solon" e "Urubatan", parcerias de Pixinguinha com Benedito Lacerda. No ano seguinte, gravou "Homenagem a Ernesto Nazareth" disco no qual interpretou 12 obras do músico entre as quais "Odeon"; "Favorito"; "Tenebroso"; "Brejeiro" e "Apanhei-te cavaquinho". Ainda em 1973, lançou com Francisco Petrônio o sétimo volume da série "Uma voz e um violão em serenata" do qual constava "Pierrot", de Joubert de Carvalho e Paschoal Carlos Magno; "Maria Betânia", de Capiba; "Maringa', de Joubert de Carvalho; "Modinha", de Sergio Bittencourt e "Último desejo", de Noel Rosa.

Em 1975 lançou o LP "O violão brasileiro de Dilermando Reis" interpretando 12 composições de sua autoria como "Terno olhar"; "Eterna mágoa"; "Cavaquinho encabulado"; "Chegadinho"; "Miudinho" e "Gente boa". Em 1977, por ocasião de seu falecimento, o Jornal do Brasil publicou reportagem na qual dizia: "Houve Dino e Meira, há João Gilberto - em cada mão, um estilo, uma época. Antes de todos, houve Dilermando Reis, morto aos 60 anos, de problemas cardíacos. Durante quatro décadas seu nome foi sinônimo de violão. Dilermando cumpriu o ciclo possível no Brasil a um músico de seu tempo. Fez o interior, a boemia, e as serestas das grandes cidades. Tocou nas lojas que vendiam parituras e instrumentos musicais. Foi artista de rádio, atração nos cassinos, formou sua própria orquestra. Compôs, gravou, ensinou". Em 1978, a Continental lançou o LP póstumo "Dilermando Reis no choro" com 13 interpretações clássicas do violonista.

De 1941 a 1962, lançou 34 discos de duas faces com 68 músicas em 78 rpm. Dentre essas, 43 de sua autoria. Gravou também um total de 35 LPs. Em alguns de seus LPs foi acompanhado pelos grandes violonistas Horondino Silva, o Dino Sete Cordas e em outros por Jaime Florence, o Meira. Além de sua vasta obra, deixou inúmeros arranjos editados. Na década de 1990, o violonista Genésio Nogueira iniciou uma coleção de LPs e CDs dedicados à obra do violonista e compositor. Em 1995, foi lançado o CD "O melhor de Dilermando Reis" com uma compilação de sua obra. Em 2000, a Phonodisc, na série "Memórias do cancioneiro popular", lançou o CD "Chorinhos e chorões" com um apanhado de interpretações suas. Em 2001, o pesquisador Genésio Nogueira lançou uma biografia sobre o artista. Em 2004, o selo Revivendo lançou o CD "Noite de estrelas" com gravações suas do período de 1941 a 1950 como as valsas "Noite de lua", "Dois destinos" e "Súplica" e os choros "Magoado", "Grajaú" e "Dedilhando".

DILERMANDO REIS-SUA MAJESTADE O VIOLÃO



Faixas:


1- Malaguena
2- Pavana
3- Clair de Lune
4- Romanza
5- Noturno 2 opus 9
6- Se Ela Perguntar
7- Romance de Amor
8- India
9- Foi Boto Sinha
10- Araguaia
11- Marcha Triunfal Brasileira
Dilermando Reis Volta ao Mundo




Faixas:

1- Na Baixa do Sapateiro
2- Ausência
3- La Despedida
4- Milongueiro Del Ayer
5- Estrelita
6- An Affair to Remember /Love Is a Many Splendored Thing
7- Dança 5 Granados
8- Comme Prima
9- Amoureuse
10- Uma Noite em Haifa
11- Jalousie
12- Olhos negros e Guas Guitarras
Dilermando Reis, Altamiro Carrilho e Waldir Azevedo Juntos



Faixas:

1- Brasileirinho
2- Delicado
3- Pedacinhos do Ceu
4- Ve se Gostas
5- As Rosas não Falam
6- Graveto no Choro
7- Pinguinho de Gente
8- Abismo de Rosas
9- Sons de Carrilhões
10- Preludio em Forma de Oração
11- Saudade de Matão
12- Carinhoso
13- Urubu Rei
Dilermando Reis Violão Brasileiro



Faixas:

1- Terno Olhar
2- Deixa Comigo
3- Eterna Magoa
4- Miudinho
5- Viola Triste
6- Quando Vovó Dançava
7- Chegadinho
8- Balada da Saudade
9- Cavaquinho Encabulado
10- Valsa em Mi
11 Gente Boa
12- Iracema

Dilermando Reis Sonho de Outono


Faixas:

1- Sonho de Outono
2- Tema de Lara
3- É só Cascata
4- Sandrinha
5- Nossa Seresta
6- Mexicanita
7- Maria Betania
8- Nha Chica no Baile
9- Destiny
10- Oriental
11- Luar de Maio
12- Betinha

Dilermando Reis Serie Aplauso


Faixas:

1- Carinhoso
2- Apanhei te Cavaquinho
3- Se ela Perguntar
4- Magoado
5- Noite de Lua
6- Caterete Mineiro
7- Tardes de Lindoia
8- Maria Betania
9- India
10- Na baixa do Sapateiro
11- Sons de Carrilhões
12- Terra Seca
13- Branca
14- Xodo de Baiana
15- Despertar da Montanha

Dilermando Reis Recordações



Faixas:

1- Recordações
2- Meu Lamento
3- Preludio Bach
4- Nuvens que passam
5- Apenas um coração Solitário
6- Guanabara
7- Sentimental
8- Bugrinha
9- Na Onda
10- Ternura
11- Malicioso
12- Primavera

Dilermando Reis Presença de



Faixas:

1- Recordando a Malaguena
2- Presença
3- Uma valsa e dois amores
4- Torna a Sorriento
5- Fingimento
6- Sob o céu de Brasilia
7- No tempo do vovõ
8- Tempo de criança
9- Chuvisco
10- Rosita
11- Magoas de Africano
12- Xodó da Baiana
Dilermando Reis e Waldir Azevedo Os Grandes Solistas



Faixas:

1- Abismo de rosas
2- Romance de amor
3- Despertar da montanha
4- Saudade de ouro preto
5- Rapaziada do bras
6- Saudade de matão
7- Sons de carrilhões
8- Brasileirinho
9- Delicado
10- Pedacinhos do ceu
11- Vassourinhas
12- Ve se gostas
13- Maringa
14- As rosas nao falam

Dilermando Reis Ondas do Danubio




Faixas:

1- Ondas do Danubio
2- Polquinha do Ze
3- Coração que Sente
4- Contra Tempo
5- Tardes em Lindoia
6- Aquela Saudade
7- Rosa
8- Sobradinho
9- Pituchinha
10- Machucando
11- Choro pra Claudinha
12- Rosas de Outono

Dilermando Reis No Choro



Faixas:

1- magoado
2- brejeiro
3- malicioso
4- contratempo
5- choro 1 vila lobos
6- lamentos
7- carinhoso
8- caxinguele
9- na ginga da nega
10- sons de carrilhoes
11- nossa seresta
12- ve se te agrada
13- tempo de criança

Dilermando Reis Melodias da Alvorada (1960)



Faixas:

1- Lembro me ainda
2- Despertar da montanha
3- Canção para alguém
4- Sons de Carrilhões
5- Adeus de pai João
6- Oia de Rosinha
7- Abandono
8- Quando os olhos falam
9- Caxinguele
10- Exaltação a Brasília

Dilermando Reis Junto a tu Corazon



Faixas:

1- junto a teu coração
2- prenda minha
3- noites do paraguai
4- canção gaucha
5- fim de festa
6- limpa banco
7- domingo em madrid
8- lagrimas de virgem
9- suave e a noite, exodus, moon river
10- caboclinho
11- elegie
12- alma sevillana

Dilermando Reis Gotas de Lágrimas



Faixas:

1- gotas de lagrimas
2- brejeiro
3- volve volve
4- la cumparsita
5- rapsodia infantil
6- nossa ternura
7- caterete mineiro
8- cisne branco
9- eterna saudade
10- interrogando
11- gauchinha
12- suspiro da nega

Dilermando Reis Gemidos D'alma




Faixas:

1- gemidos d alma
2- candanguinho
3- branca
4- carinhoso
5- ya
6- magoas de africano
7- serenata do adeus
8- em uma rua de coimbra
9- feitiço
10- celeste
11- mensagem
12- alma apaixonada

Francisco Petrônio & Dilermando Reis - Uma Voz e um Violão em Serenata  5


Faixas:

1- cantiga por luciana
2- laura
3- ave maria no morro
4- a voce
5- nanci
6- cançao de amor
7- ave maria
8- mimi
9- boneca
10- tres lagrimas
11- suburbana
12- meu coraçao a teus pes
Francisco Petrônio & Dilermando Reis - Uma Voz e um Violão em Serenata  4



Faixas:

1- quem sabe
2- beijo fatal
3- gondoleiro do amor
4- perdao emilia
5- minha serenata
6- violero do lua
7- cançao da felicidade
8- ontem ao luar
9- lua branca
10- minha casa
11- sorris da minha dor
12- a casinha da colina

Francisco Petrônio & Dilermando Reis - Uma Voz e um Violão em Serenata 3




Faixas:

1- lua nova
2- dileta
3- serenata do adeus
4- por teu amor
5- tormento
6- canção do meu amor
7- rosa
8- nunca mais
9- a ultima estrofe
10- lamentos
11- a mulher que ficou na taça
12- a voz do violão

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Francisco Petrônio & Dilermando Reis - Uma Voz e um Violão em Serenata (1962)

Faixas:


1. Se Ela Perguntar
2. Cabelos Cor de Prata
3. Chão de Estrelas
4. Ave Maria
5. Malandrinha
6. Meu Romance
7. Rapaziada do Braz
8. Arrependimento
9. Vidas Mal Traçadas
10. Tardes Em Lindoia
11. Amando Sobre o Mar
12. Saudade de Alguém






Francisco Petrônio e Dilermando Reis - Uma Voz e um violão em serenata - Vol 2 


Faixas:

01-Sob o Céu de Brasilia
02-Reflorir da Minha Vida
03-A Pequenina Cruz do teu Rosário
04-Flôr do Mal
05-Ultima Inspiração
06-Serenata
07-Dois Destinos
08-Palida Morena
09-Revendo o Passado
10-Uma Valsa e Dois Amores
11-Não Sei
12-Lagrimas

Dilermando Reis Disco de Ouro


Faixas:

1- Concerto de Aranjuez
2- Preludio em Forma de Oração
3- Despertar da Montanha
4- Se ela Perguntar
5- Lembro me Ainda
6- Cançao para Alguem
7- Em uma rua de Coimbra
8- Abismo de Rosas
9- Na baixa do Sapateiro
10- Dança 5 Granados
11- Magoado
12- Sob o ceu de Brasilia
13- Tempo de Criança
14- Ruas de Espanha

Dilermando Reis Concerto 1



Faixas

1- Concerto 1
2- Velha modinha
3- Ponteado
4- Ponteio
5- La Catedral
Dilermando Reis Carinhanha


Faixas:


1- Cariranha
2- Valsa verde
3- O que bate la bate ca
4- Uma História de Amor (love story)
5- Matutando
6- Ve se te agrada
7- Fogo na canjica
8- Gloria
9- Cigarro de palha
10- Promessa
11- Cismas
12- Penumbra



DILERMANDO REIS APRESENTA MEU AMIGO VIOLÃO




LADO A                                

01 - NA GINGA DA NEGA                                                    
02 - MALAGUEÑA                                                              
03 - DISSE ME DISSE                                                        
04 - CHALANA                                                                    
05 - CHÔRO Nº 1                                                                
06 - VELHA SERESTA                                                          
                                           
LADO B

01 - CHICO REIS
02 - AMOR DE ARGENTINA
03 - ODEON
04 - ÚLTIMA INSPIRAÇÃO
05 - SAMBA MEIGO
06 - SÚPLICA

Dilermando Reis - Abismo de Rosas


Faixas

1. Marcha dos Marinheiros
2. Coral Del Nord
3. Sons de Carrilhões
4. Noite de Lua
5. Magoado
6. Granadina
7. Abismo de Rosas
8. Adelita
9. Tristesse
10. Uma Valsa e Dois Amores
11. Sonata ao Luar
12. Ruas de Espanha