Mostrando postagens com marcador Deep Purple. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deep Purple. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Deep Purple And Joe Satriani - Flying In A Purple Dream (1993)

Deep Purple And Joe Satriani - Flying In A Purple Dream (1993)


CD 1.

01. Introduction
02. Highway Star
03. Ramshackle Man
04. Black Night
05. Maybe I’m A Leo
06. A Twist In The Tale
07. Perfect Strangers
08. Pictures Of Home
09. Knocking At Your Backdoor
10. Anyone’s Daughter
11. Child In Time

CD 2.

01. Anya
02. The Battle Rages On
03. When A Blind Man Cries
04. Lazy (Incl. Drum Solo)
05. Space Truckin’
06. Woman From Tokyo
07. Paint It Black
08. Space Truckin’ Continued
09. Hush
10. Speed King
11. Smoke On The Water

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Deep Purple - Now What! (2013)

Deep Purple - Now What! (2013)



01. A Simple Song
02. Weirdistan
03. Out of Hand
04. Hell to Pay
05. Body Line
06. Above And Beyond
07. Blood From A Stone
08. Uncommon Man
09. Apres Vouz
10. All The Time In The World
11. Vincent Price
12. It’ll Be Me


Deep Purple - Rapture Of The Deep - 2005

Deep Purple - Rapture Of The Deep - 2005



1- "Money Talks" – 5:32
2- "Girls Like That" – 4:02
3- "Wrong Man" – 4:53
4- "Rapture of the Deep" – 5:55
5- "Clearly Quite Absurd" – 5:25
6- "Don't Let Go" – 4:33
7- "Back to Back" – 4:04
8- "Kiss Tomorrow Goodbye" – 4:19
9- "Junkyard Blues" – 5:33
10- "Before Time Began" – 6:30

Rapture of the Deep é o décimo oitavo álbum de estúdio da banda de hard rock britânica Deep Purple, lançado em novembro de 2005.
O álbum foi produzido por Mike Bradford, que também produziu o álbum anterior, Bananas. Como Bananas, o álbum foi recebido com uma resposta geralmente positiva dos críticos e fãs

Formação

Ian Gillan - vocal principal e de apoio
Steve Morse - guitarra
Don Airey - teclados
Roger Glover - baixo
Ian Paice - bateria

Deep Purple - Bananas (2003)

Deep Purple - Bananas (2003)


1- "House of Pain" (Gillan, Michael Bradford) – 3:34
2- "Sun Goes Down" – 4:10
3- "Haunted" – 4:22
4- "Razzle Dazzle" – 3:28
5- "Silver Tongue" – 4:03
6- "Walk On" (Gillan, Bradford) – 7:04
7- "Picture of Innocence" (Gillan, Morse, Glover, Jon Lord, Paice) - 5:11
8- "I Got Your Number" (Gillan, Morse, Glover, Lord, Paice, Bradford) – 6:01
9- "Never a Word" – 3:46
10- "Bananas" – 4:51
11- "Doing it Tonight" – 3:28
12- "Contact Lost" (Morse) – 1:27

Bananas é o décimo sétimo álbum de estúdio do Deep Purple, lançado em 7 de outubro de 2003. O álbum inclui "Contact Lost", uma canção instrumental lento de curta duração sobre os astronautas do Columbia, escrito pelo guitarrista Steve Morse, quando ouviu a triste notícia do acidente.
Este é o primeiro álbum com Don Airey nos teclados, substituindo o membro fundador Jon Lord. O álbum foi gravado em Los Angeles durante janeiro e fevereiro de 2003.

Formação

Ian Gillan - vocal principal e de apoio
Steve Morse - guitarra
Roger Glover - baixo
Don Airey - teclados
Ian Paice - bateria, percussão1

Músicos adicionais

Paul Buckmaster - arranjo de cordas e violoncelo em "Haunted"
Beth Hart - vocal de apoio em "Haunted"
Michael Bradford - guitarra em "Walk On"

Deep Purple - Abandon (1998)

Deep Purple - Abandon (1998)


1. "Any Fule Kno That"   4:29
2. "Almost Human"   4:26
3. "Don't Make Me Happy"   4:56
4. "Seventh Heaven"   5:25
5. "Watching the Sky"   5:26
6. "Fingers to the Bone"   4:47
7. "Jack Ruby"   3:48
8. "She Was"   4:19
9. "Whatsername"   4:26
10. "'69"   4:59
11. "Evil Louie"   4:56
12. "Bludsucker"   4:27

Abandon é o décimo sexto álbum de estúdio da banda Deep Purple lançado em 1998. O título do álbum é um trocadilho feito pelo vocalista Ian Gillan: "A Band On" — a turnê do álbum chamou-se "A Band On Tour". Unicamente num álbum do Deep Purple, há neste o retrabalho de uma música anteriormente gravada, "Bloodsucker", do álbum Deep Purple in Rock de 1970 (neste álbum, grafada como "Bludsucker").

A faixa "Don't Make Me Happy" aparece mixada em mono neste álbum, o que gerou polêmica e questionamentos à banda. Roger Glover, que diz ter "nostalgia" pelo cassete, sempre faz suas gravações em fitas analógicas, digitalizando-os depois para posterior mixagem e masterização digitais, que são o padrão atual. O engenheiro de masterização Greg Calbi, com quem o Deep Purple trabalha há anos, tem uma agenda cheia e, quando chegou a vez do Deep Purple fazer sua finalização do álbum, percebeu-se que o take de "Don't Make Me Happy" continha uma gravação problemática, com as duas trilhas stereo fora de sincronia. Após um duro trabalho de sincronização, percebeu-se que a gravação havia se tornado mono. Uma solução seria uma remixagem a partir dos takes originais, mas isso adiaria o lançamento do álbum e o início da turnê por dois meses, por causa da agenda cheia de Greg Calbi. Para evitar o atraso, decidiu-se lançar a faixa em mono, do jeito que estava.
Roger Glover quis relançar o álbum com a faixa em stereo, mas achou que seria injusto com os fãs que haviam comprado o primeiro álbum, pois estes certamente comprariam o álbum de novo. Ele pensa em lançar a faixa em stereo, como deveria ter saído, no futuro, talvez no aniversário de 25 anos de Abandon.

Formação

Ian Gillan – vocal
Steve Morse – guitarra
Roger Glover – baixo
Jon Lord – órgão, teclado
Ian Paice – bateria

Deep Purple - Purpendicular - 1996

Deep Purple - Purpendicular - 1996


1. "Vavoom: Ted the Mechanic"   4:16
2. "Loosen My Strings"   5:57
3. "Soon Forgotten"   4:47
4. "Sometimes I Fell Like Screaming"   7:29
5. "Cascades: I'm Not Your Lover"   4:43
6. "The Aviator"   5:20
7. "Rosa's Cantina"   5:10
8. "A Castle Full of Rascals"   5:11
9. "A Touch Away"   4:36
10. "Hey Cisco"   5:53
11. "Somebody Stole My Guitar"   4:09
12. "The Purpendicular Waltz"   4:45

Purpendicular é o décimo quinto álbum de estúdio da banda inglesa Deep Purple, gravado em Orlando, Flórida, Estados Unidos. É o primeiro álbum com o guitarrista Steve Morse, do Dixie Dregs.
Integrantes

Ian Gillan – vocal, gaita
Roger Glover – baixo
Jon Lord – órgão, teclados
Steve Morse – guitarra
Ian Paice – bateria


Deep Purple - The Battle Rages On - 1993

Deep Purple - The Battle Rages On - 1993


1- "The Battle Rages On" (Gillan, Blackmore, Glover, Jon Lord, Ian Paice) – 5:57
2- "Lick It Up" – 4:00
3- "Anya" (Gillan, Blackmore, Glover, Lord) – 6:32
4- "Talk About Love" (Gillan, Blackmore, Glover, Lord, Paice) – 4:08
5- "Time to Kill" – 5:51
6- "Ramshackle Man" – 5:34
7- "A Twist in the Tale" – 4:17
8- "Nasty Piece of Work" (Gillan, Blackmore, Glover, Lord) – 4:37
9- "Solitaire" – 4:42
10- "One Man's Meat" – 4:39

The Battle Rages On é o décimo quarto álbum de estúdio do Deep Purple, lançado em 1993. É o último álbum gravado com o guitarrista Ritchie Blackmore, que parou durante a turnê do álbum em novembro de 1993.
O grupo reuniu pela segunda vez a formação Mk II (sendo a primeira em 1984 com Perfect Strangers).

Formação

Ian Gillan - vocal
Ritchie Blackmore - guitarra
Roger Glover - baixo
Jon Lord - orgão, teclados
Ian Paice - bateria

Informações adicionais

Faixas básicas gravadas no Bearsville Studios em Nova Iorque.
Engendrado por Bill Kennedy; assistida por Mike Reiter. *Vocais e overdubs gravados no Red Rooster Studios (engendrado por Hans Gemperle) em Tutzing, Alemanha, e Greg Rike Studios (engendrado por Jason Corsaro; assistida por Wally Walton e Darren Schneider) em Orlando, Flórida.
Mixado por Pat Regan com Roger Glover no Sound On Sound Recording (engendrado por Pat Regan; assistida por John Siket, Devin Emke e Peter Beckeman) em Nova Iorque, e no Ambient Recording Company (engendrado por Pat Regan; assistida por Mark Conese) em Connecticut. *Masterizado por George Marino no Sterling Sound em Nova Iorque.

Deep Purple - Slaves And Masters - 1990

Deep Purple - Slaves And Masters - 1990


1- "King of Dreams" (Turner, Blackmore, Glover) – 5:28
2- "The Cut Runs Deep" (Turner, Blackmore, Glover, Lord, Paice) – 5:42
3- "Fire in the Basement" (Turner, Blackmore, Glover, Lord, Paice) – 4:43
4- "Truth Hurts" (Turner, Blackmore, Glover) – 5:14
5- "Breakfast in Bed" (Turner, Blackmore, Glover) – 5:17
6- "Love Conquers All" (Turner, Blackmore, Glover) – 3:47
7- "Fortuneteller" (Turner, Blackmore, Glover, Lord, Paice) – 5:49
8- "Too Much Is Not Enough" (Turner, Held, Greenwood) – 4:17
9- "Wicked Ways" (Turner, Blackmore, Glover) – 6:33

Slaves and Masters é o décimo terceiro álbum de estúdio do Deep Purple, lançado em 1990. É o único álbum com o cantor Joe Lynn Turner (ex-vocalista do Rainbow), que substituiu Ian Gillan no ano anterior. No entanto, Turner ainda era um membro do grupo quando eles começaram a gravar The Battle Rages On.
Embora o álbum não atraiu grande atenção da mídia e era praticamente perdido nos E.U.A., a turnê europeia, após 1991, foi um sucesso musicalmente e financeiramente.

Pessoal

Joe Lynn Turner - vocal principal
Ritchie Blackmore - guitarra
Roger Glover - baixo, vocal de apoio
Jon Lord - órgão, teclados
Ian Paice - bateria

Pessoal adicional

Produzido por Roger Glover
Engendrado por Nick Blagona
Raymond D'Addario - assistente de produção
Mixado por Nick Blagona e Roger Glover

Deep Purple - The House Of Blue Light - 1987

Deep Purple - The House Of Blue Light - 1987


1- "Bad Atittude" (Blackmore, Glover, Gillan, Lord) -4:43
2- "The Unwritten Law" (Blackmore, Gillan, Glover, Paice) - 4:35
3- "Call Of The Wild" - 4:40
4- "Mad Dog" - 4:45
5- "Black & White" (Blackmore, Glover, Gillan, Lord) - 3:43
6- "Hard Lovin' Woman" - 3:24
7- "The Spanish Archer" - 4:52
8- "Strangerways" - 5:55
9- "Mitzi Dupree" - 5:01
10- "Dead or Alive" - 4:42

The House of Blue Light é o décimo segundo álbum de estúdio Deep Purple, lançado em 1987. É a segunda gravação com a então recém reunida formação Mark II.
O processo de criação do álbum foi extremamente difícil e longo. Ritchie Blackmore disse que muito do que foi gravado acabou sendo refeito. Ian Gillan disse que relações tensas dentro da banda comprometeram o álbum: "Vendo The House of Blue Light, existem boas músicas naquele disco, mas falta algo no conjunto. Você não pode sentir o espírito da banda, você pode ver ou ouvir cinco profissionais fazendo o seu melhor, mas é como um time de futebol, não funciona. É como onze estrelas que estão jogando no mesmo campo, mas não estão ligados pelo coração ou pelo espírito".
Várias faixas do LP são mais curtas do que no CD lançados em 1987. O CD remasterizado de 1999 usou as mesmas fitas masters da versão em vinil, por isso suas durações também estão mais curtas do que no CD original.

Integrantes

Ian Gillan - vocais, conga, gaita
Ritchie Blackmore - guitarra
Roger Glover - contrabaixo
Jon Lord - teclados, sintetizador
Ian Paice - bateria, percussão

Produção

Produzido por Roger Glover and Deep Purple
Engenheiro: Nick Blagona
Gravado no Playhouse, Stowe, Vermont, with Le Mobile by Guy Charbonneau, 1986
Mixado nos Union Studios, Munich, West Germany by Harry Schnitzler
Masterizado nos Sterling Studios, New York by Greg Calbi

Deep Purple - Perfect Strangers - 1984

Deep Purple - Perfect Strangers - 1984


1- "Knocking At Your Back Door" 7:02
2- "Under The Gun" 4:35
3- "Nobody's Home" (Ritchie Blackmore, Roger Glover, Ian Gillan, Jon Lord, Ian Paice) 3:57
4- "Mean Streak" 4:19
5- "Perfect Strangers" 5:21
6- "A Gypsy's Kiss" 4:42
7- "Wasted Sunsets" 3:57
8- "Hungry Daze" 4:45

Perfect Strangers é o décimo-primeiro álbum de estúdio do Deep Purple, lançado em outubro de 1984. Ele representa o primeiro álbum gravado pela reformada, mais bem sucedida e popular, formação “Mark II”.
Foi o primeiro álbum de estúdio do Deep Purple em nove anos, e o primeiro com a formação MkII por 11 anos, sendo o anterior “Who Do We Think We Are” em 1973. Ritchie Blackmore e Roger Glover chegaram do Rainbow, Ian Gillan do Black Sabbath, Jon Lord do Whitesnake, e Ian Paice da banda de apoio de Gary Moore.
A versão em CD e fita cassete do álbum continha a faixa extra “Not Responsible” (uma das poucas músicas do Deep Purple com letras profanas, como a palavra “fucking” podendo ser ouvida). O álbum foi remasterizado e relançado no dia 22 de junho de 1999 com a faixa bônus instrumental “Son Of Alerik”. Ela havia sido anteriormente disponível como um B-side em “Perfect Strangers” em 1984.
A turnê foi tão bem sucedida que a banda teve que acrescentar muitas datas adicionais enquanto esteve nos EUA, já que os bilhetes esgotaram muito rapidamente. A turnê americana em 1985 só não superou a de Bruce Springsteen.

Formação

Ian Gillan - vocal,
Ritchie Blackmore - guitarra
Roger Glover - baixo
Jon Lord - teclados
Ian Paice - bateria

Deep Purple - Come Taste The Band 1975

Deep Purple - Come Taste The Band 1975


1- "Comin' Home" (David Coverdale, Tommy Bolin, Ian Paice) – 3:55
2- "Lady Luck" (Coverdale, Jeff Cook) – 2:48
3- "Gettin' Tighter" (Bolin, Glenn Hughes) – 3:37
4- "Dealer" (Coverdale, Bolin) – 3:50
5- "I Need Love" (Coverdale, Bolin) – 4:23
6- "Drifter" (Coverdale, Bolin) – 4:02
7- "Love Child" (Coverdale, Bolin) – 3:08
8- "This Time Around" (Jon Lord, Hughes)/ "Owed to 'G'" (instrumental) (Bolin) – 6:10
9-"You Keep on Moving" (Coverdale, Hughes) – 5:19

Come Taste the Band é o décimo álbum de estúdio do Deep Purple, originalmente lançado em outubro de 1975. O álbum foi co-produzido e concebido pela banda e antigo associado Martin Birch. É o único registro de estúdio com Tommy Bolin, que substituiu Ritchie Blackmore na guitarra. Musicalmente, o álbum é mais comercial que os lançamentos anteriores, tendendo a um rígido foco de hard rock com toques de soul e funk.
Sobre o título do álbum, Glenn Hughes, no documentário Phoenix Rising, conta que Tommy Bolin, após uma noite em que ambos beberam bastante, proferiu a seguinte frase: "Come taste the wine, come hear te band"("Venha provar o vinho, venha ouvir a banda"). Hughes então teria feito a junção das duas frases, originando daí o nome do álbum.

Pessoal

David Coverdale: vocal principal
Tommy Bolin: guitarra, vocal de apoio, baixo em "Comin' Home"
Glenn Hughes: baixo, vocal de apoio (vocal principal em "Gettin' Tighter" e "This Time Around")
Jon Lord: teclados, piano, sintetizador, vocal de apoio em "Comin' Home", baixo em "This Time Around"
Ian Paice: bateria, percussão

Pessoal adicional

Produzido por Martin "The Wasp" Birch and Deep Purple
Mixação finalizada por Martin Birch e Ian Paice
Engendrado por Martin Birch
Fotografia da capa por Peter Williams
Os ensaios para o álbum foram gravadas por Robert Simon, que originalmente engendrava o álbum. Mas após uma disputa com a banda ao longo da programação, a grupo deixou o Pirate Simon's Sound Studios, em favor de Birth.

Deep Purple - Stormbringer (1974)

Deep Purple - Stormbringer (1974)


1- "Stormbringer" (Blackmore, Coverdale) – 4:03
2- "Love Don't Mean A Thing" – 4:23
3- "Holy Man" (Coverdale, Hughes, Lord) – 4:28
4- "Hold On" (Coverdale, Hughes, Lord, Paice) – 5:05
5- "Lady Double Dealer" (Blackmore, Coverdale) – 3:19
6- "You Can't Do It Right (With the One You Love)" (Blackmore, Coverdale, Hughes) – 3:24
7- "High Ball Shooter" – 4:26
8- "The Gypsy" – 4:13
9- "Soldier of Fortune" (Blackmore, Coverdale) – 3:14

Faixas bônus do 35º aniversário

10- "Holy Man" (Glenn Hughes Remix) - 4:32
11- "You Can't Do It Right" (Glenn Hughes Remix) - 3:27
12- "Love Don't Mean A Thing" (Glenn Hughes Remix) - 5:07
13- "Hold On" (Glenn Hughes Remix) - 5:11
14- "High Ball Shooter" (instrumental) - 4:30

Stormbringer é o nono álbum de estúdio do Deep Purple, lançado em novembro de 1974. Nesse álbum, os elementos de funk e soul, que foram apenas insinuada em Burn, são mais proeminentes, o que incomodou bastante ao guitarrista Ritchie Blackmore, que não era entusiasta destes elementos musicais. Após a turnê européia de divulgação do álbum, Blackmore deixou o grupo em 7 de abril de 1975.

Pessoal

David Coverdale - vocal
Ritchie Blackmore - guitarra
Glenn Hughes - baixo, vocal de apoio
Jon Lord - orgão, teclados
Ian Paice - bateria

Pessoal adicional

Gravado no Musicland Studios, Munique em agosto e mixado no The Record Plant, Los Angeles durante setembro de 1974
Engendrado por Martin Birch; assistida por Mack e Hans
Mixado por Martin Birch e Ian Paice; assistida por Gary Webb e Garry Ladinsky
Produzido por Deep Purple e Martin Birch
"Edição do 35º aniversário" foi digitalmente masterizado e remasterizado por Peter Mew no Abbey Road Studios, Londres
Os remixes da "edição do 35º aniversário" foram mixados por Glenn Hughes com Peter Mew no Abbey Road Studios, Londres, 3 de novembro de 2006
"High Ball Shooter" (instrumental) foi mixado por Gary Massey no Abbey Road Studios, Londres, abril de 2002
Qualidade original mixado por Gary Ladinsky na The Record Plant, outubro de 1974
Reformatado para som acerca de 5.1 por Peter Mew no Abbey Road Studios, Londres, fevereiro de 2008

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Deep Purple - Burn 1974

Deep Purple - Burn 1974


1- "Burn" – 6:04
2- "Might Just Take Your Life" – 4:36
3- "Lay Down, Stay Down" – 4:15
4- "Sail Away" (Blackmore, Coverdale) – 5:48
5- "You Fool No One" – 4:47
6- "What's Goin' On Here" – 4:55
7- "Mistreated" (Blackmore, Coverdale) – 7:25
8- "``A´´ 200" (Blackmore, Lord, Paice) – 3:51

Faixas bônus do trigésimo aniversário[editar]

9- "Coronarias Redig" (single b-side 2004 remix) (Blackmore, Lord, Paice) – 5:30
10- "Burn" (2004 remix) – 6:00
11- "Mistreated" (2004 remix) (Blackmore, Coverdale) – 7:28
12- "You Fool No One" (2004 remix) – 4:57
13- "Sail Away" (2004 remix) (Blackmore, Coverdale) – 5:37

Burn é o oitavo álbum de estúdio da banda de hard rock britânica Deep Purple. Foi gravado em Montreux, Suíça em novembro de 1973 com a Rolling Stones Mobile Studio, e lançado em 15 de fevereiro de 1974.

Gravação e lançamento

O grupo introduziu o vocalista David Coverdale e o baixista e vocalista Glenn Hughes do Trapeze, substituindo Ian Gillan e Roger Glover. Este foi o primeiro álbum do Deep Purple com a formação Mk III. Com a adição de Coverdale e Hughes, o som hard rock tornou-se mais orientada ao boogie, incorporando elementos de soul e funk que se tornaria muito mais proeminente no seguimento do álbum, Stormbringer.
"Coronarias Redig" foi gravada durante as sessões, mas não foi incluída no álbum, aparecendo apenas como lado B do single "Might Just Take Your Life". Em 2004, a canção aparece como uma faixa bônus (em forma remixada) na edição do trigésimo aniversário do álbum.
"Might Just Take Your Life"/"Coronarias Redig" foi o primeiro single britânico em dois anos. Lançado em 12 de fevereiro, três dias antes do álbum.
Incomum naquele tempo, o álbum foi anunciado na televisão britânica na época de seu lançamento.

Pessoal

David Coverdale - vocal principal
Ritchie Blackmore - guitarra
Glenn Hughes - baixo, vocal
Jon Lord - teclados
Ian Paice - bateria

Pessoal adicional

Rolling Stones Mobile Studio - gravado em Montreux, Suíça
Álbum concebido e produzido por Deep Purple.
Engenheiro – Martin Birch
Assistente – Tipani, George e Paul
Mixado por Martin Birch e Deep Purple
Remixados por Matthew Tait no Metropolis Studios, Londres
Digitalmente masterizado e remasterizado por Peter Mew na Abbey Road Studios, Londres
Produtor executivo - Tony Edwards
Fotografia – Fin Costello


Deep Purple - Who Do We Think We Are 1973

Deep Purple - Who Do We Think We Are 1973


1. ""Woman from Tokyo""   5:48
2. ""Mary Long""   4:23
3. ""Super Trouper""   2:54
4. ""Smooth Dancer""   4:08
5. ""Rat Bat Blue""   5:23
6. ""Place in Line""   6:29
7. ""Our Lady""   5:12

Who Do We Think We Are é o sétimo álbum de estúdio da banda de hard rock britânica Deep Purple. Foi gravado em Roma (em julho de 1972) e Frankfurt (outubro de 1972) usando o estúdio móvel dos Rolling Stones (Rolling Stones Mobile Studio). Foi o último álbum do grupo com a formação Mk II até o lançamento de Perfect Strangers, de 1984.

Formação

Ian Gillan - vocal, harmônica
Ritchie Blackmore - guitarra
Roger Glover - baixo
Jon Lord - teclados
Ian Paice - bateria

Ficha técnica

Produzido por Deep Purple
Engenheiro – Martin Birch
Unidade Rolling Stones Mobile: Jeremy Gee e Nick Watterton
Equipamento – Ian Hansford, Rob Cooksey, Colin Hart, Ron Quinton
Desenho da capa – Roger Glover & John Coletta
Álbum original mixado por Ian Paice e Roger Glover
Faixas bônus remixadas por Peter Denenberg com Roger Glover
Remasterizado e masterizado por Peter Mew


Deep Purple - Machine Head 1972

Deep Purple - Machine Head 1972



1. "Highway Star"   6:05
2. "Maybe I'm a Leo"   4:51
3. "Pictures of Home"   5:03
4. "Never Before"   3:56
5. "Smoke on the Water"   5:40
6. "Lazy"          7:19
7. "Space Truckin'"   4:31

Machine Head é o sexto álbum de estúdio da banda britânica de rock Deep Purple. Foi gravado no Grand Hotel de Montreux, na Suíça, em dezembro de 1971, no estúdio móvel dos The Rolling Stones, e foi lançado em março de 1972 nos Estados Unidos pela Warner Bros. Records.
O álbum é frequentemente citado como um dos mais influentes no desenvolvimento do heavy metal como gênero musical, e é uma das gravações mais bem-sucedidas da banda, liderando as paradas de sucesso em diversos países depois de seu lançamento. Em 2001 a revista Q o classificou como um dos "50 álbuns mais pesados de todos os tempos".
Machine Head foi tema de um episódio da série de documentários Classic Albums, sobre a gravação de álbuns famosos. Foi lançado nos formatos Super Audio CD, em 2003, e DVD-Audio, em 2001.

Gravação

As condições nas quais as gravações originais foram feitas são um tanto extraordinárias. Após contratar o equipamento do Rolling Stones Mobile One, estúdio móvel do Rolling Stones, a banda gravou todas as faixas em instalações de um hotel de Montreux, sem overdubs. A letra de "Smoke on the Water" menciona o fato, e a citação "Frank Zappa and the Mothers" se refere ao show de Zappa num cassino vizinho, que se incendiou alguns dias antes do início das sessões de gravação do Machine Head.
A canção "When a Blind Man Cries" também foi gravada durante estas sessões, porém não foi incluída no álbum, e acabou sendo usada como lado B do single "Never Before". A canção apareceu como faixa-bônus na edição especial de 25 anos do álbum.
A turnê de promoção do Machine Head incluiu uma viagem ao Japão, que seria registrada e lançada posteriormente como o álbum duplo ao vivo Made in Japan.

Lançamento e recepção

Machine Head atingiu o primeiro lugar nas paradas britânicas no prazo de sete dias de seu lançamento, permanecendo lá por duas semanas antes de voltar em maio para mais uma semana. Nos Estados Unidos, o álbum alcançou o número sete, permanecendo nas paradas por dois anos.
Lester Bangs da Rolling Stone elogiou "Highway Star" e "Space Truckin" de letras, embora ele foi menos elogioso sobre as músicas restantes: "Entre esses dois clássicos do Deep Purple nada está bom, a música hard-golpear, embora algumas das letras podem deixar um pouco a desejar". Robert Christgau avaliado o álbum com um B, escrevendo "eu aprovo a sua velocidade, e Ritchie Blackmore tem apanhou alguma auto-disciplina, bem como algumas sonoridades licks suspeitas de seus amigos em Londres". O crítico da Allmusic, Eduardo Rivadavia, chamou Machine Head de "um dos álbuns essenciais do hard rock em todos os tempos".
Machine Head contém clássicos e influência do blues. Blackmore confirmou que a progressão de acordes para os solos em "Highway Star" foi inspirado no trabalho do compositor do século XVIII Johann Sebastian Bach. A canção foi composta realmente por Blackmore e Gillan no início dos concertos de Fireball em um ônibus viajando para Portsmouth Guild Hall, em resposta a uma pergunta de um membro da imprensa a respeito de como a banda criou seu material.
A revista Kerrang! listou o álbum no número 35 entre as "100 Maiores Álbuns de Heavy Metal de Todos os Tempos", em 1989.
Em uma enquete da Observer Music Monthly sobre os maiores álbuns britânica, Ozzy Osbourne escolheu Machine Head como um de seus 10 discos favoritos de todos os tempos.
Machine Head é o tema de uma série de documentários da Classic Albums sobre a produção de álbuns famosos. Machine Head foi lançado no formato surround em DVD-Audio (2001) e SACD (2003) e, mais recentemente, também em SACD em 17 agosto de 2011, pela Warner Japão em sua série Warner Premium Sound (que é o mesmo que a versão DVD-Audio de 2001).

Deep Purple - Fireball 1971

Deep Purple - Fireball 1971


1- "Fireball"– 3:25
2- "No No No" – 6:54
3- "Demon's Eye" – 5:19
4- "Anyone's Daughter" – 4:43
5- "The Mule" – 5:23
6- "Fools" – 8:21
7- "No One Came" – 6:28

Faixas bônus da edição de 1996

8- "Strange Kind of Woman" (lado-a remixado '96) – 4:07
9- "I'm Alone" (lado-b) – 3:08
10- "Freedom" (álbum out-take) – 3:37
11- "Slow Train" (álbum out-take) – 5:38
12- "Demon's Eye" (remixado 96) – 6:13
13- "The Noise Abatement Society Tapes" (tradicional) – 4:17
14- "Fireball" (tomada 1 - instrumental) – 4:09
15- "Backwards Piano" – 0:56
16- "No One Came" (remixado 96) – 6:24

Fireball é o quinto álbum de estúdio da banda de hard rock britânica Deep Purple, lançado em 1971. Foi gravado em vários períodos entre setembro de 1970 e junho de 1971.

Pessoal

Ian Gillan - vocal
Ritchie Blackmore - guitarra
Roger Glover - baixo
Jon Lord - teclados, Órgão Hammond
Ian Paice - bateria

Pessoal adicional

Gravado entre setembro de 1970 e junho de 1971 no De Lane Lea Studios, Olympic Studios, e The Hermitage
Engendrado por Martin Birch, Lou Austin e Alan O'Duffy
Peter Mew – Remasterizando o álbum original
Tom Bender – Engendrando as faixas bônus e mixados de 96

Deep Purple - In Rock 1970

Deep Purple - In Rock 1970


1- "Speed King" – 5:49
2- "Bloodsucker" – 4:10
3- "Child in Time" – 10:14
4- "Flight of the Rat" – 7:51
5- "Into the Fire" – 3:28
6- "Living Wreck" – 4:27
7- "Hard Lovin' Man" – 7:11

Faixas bônus da edição de 1995

8- "Black Night" (versão single original) – 3:27
9- "Studio Chat (1)" – 0:28
10- "Speed King" (versão piano) – 4:14
11- "Studio Chat (2)" – 0:25
12- "Cry Free" (Roger Glover Remix) – 3:20
13- "Studio Chat (3)" – 0:05
14- "Jam Stew" (Instrumental não-lançado) – 2:30
15- "Studio Chat (4)" – 0:40
16- "Flight of the Rat" (Roger Glover remix) – 7:53
17- "Studio Chat (5)" – 0:31
18- "Speed King" (Roger Glover remix) – 5:52
19- "Studio Chat (6)" – 0:23
20- "Black Night" (Roger Glover remix não-editado) – 4:47

Deep Purple in Rock, também chamado de In Rock, é o quarto álbum de estúdio lançado pela banda britânica de hard rock Deep Purple em 1970. O disco marcou a estreia da MK II, formação mais bem sucedida da banda com Ian Gillan e Roger Glover, substitutos de Rod Evans e Nick Simper.
Deep Purple in Rock foi o primeiro álbum da banda de sucesso na Europa e ficou em 4° lugar no Reino Unido, permanecendo nessa posição por alguns meses (Os álbums anteriores da banda, da primeira formação, teve uma recepção muito melhor na América do Norte do que em sua terra natal). O ábum foi apoiado pelo enorme sucesso de In Rock Tour que durou 15 meses.
O álbum também foi precedido por dois singles, as primeiras gravações que Gillan fez com Deep Purple. O primeiro single, gravado em 1969, era uma composição Greenaway-Cook chamada "Hallelujah", que falhou. O segundo single, "Black Night", se saiu muito melhor, pois ficou em segundo lugar nas paradas britânicas. "Black Night" e seu lado-B, "Cry Free", foram gravadas, mas só foram lançadas em single.

Capa

A capa de Deep Purple in Rock foi inspirada pelo Monte Rushmore, uma escultura feita perto de Keystone, Dakota do Sul, nos Estados Unidos. A escultura foi feita por Gotzon Borglum e seu filho Lincoln Borglum e incluía esculturas das cabeças de George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln, que eram quatro presidentes dos Estados Unidos. Na capa do álbum Ian Gillan fica no lugar de George Washington, Ritchie Blackmore no lugar de Thomas Jefferson, Jon Lord no lugar de Theodore Roosevelt, Roger Glover no lugar de Abraham Lincoln e apenas Ian Paice não fica no lugar de nenhum presidente da escultura.

Pessoal

Ritchie Blackmore - guitarra
Ian Gillan - vocal
Roger Glover - baixo
Jon Lord - órgão
Ian Paice - bateria

Engenheiros

Andy Knight - IBC Studios (faixas 1, 3, 5 e 6)
Martin Birch - De Lane Lea (faixas 4 e 7)
Phil McDonald - Abbey Road Studios (faixa 2)
Peter Mew - Remasterização do álbum original
Roger Glover - Liderança na mixação das faixas extras
Tom Bender and Jason Butera - Trabalho adicional em estúdio

Deep Purple - Deep Purple 1969

Deep Purple - Deep Purple 1969


1. "Chasing Shadows"   Jon Lord, Ian Paice 5:34
2. "Blind"   Lord 5:26
3. "Lalena"   Donovan Leitch 5:05
4. "Fault Line"
        "The Painter"   Ritchie Blackmore, Nick Simper, Lord, Paice
5. "Why Didn't Rosemary?"   Evans, Blackmore, Simper, Lord, Paice 5:04
6. "Bird Has Flown"   Evans, Blackmore, Lord 5:36
7. "April"   Blackmore, Lord 12:10

Deep Purple , também conhecido como Deep Purple III , é o terceiro álbum de estúdio pelo Inglês de rock da banda Deep Purple , lançado em 1969, Harvest Records no Reino Unido e em Tetragrammaton em os EUA. Era para ser o último álbum com a formação original.
Foi lançado numa época em que a banda estava começando a crescer como artistas, ao vivo e em estúdio, encontrando sua direção musicalmente. Havia alguns conflitos sobre se a banda deve continuar em sua mais crua, a direção mais pesada. Este tumulto causado, o que foi parcialmente responsável por dois dos membros, Nick Simper (baixo) e Rod Evans (vocal), que está sendo substituído. Comercialmente, este álbum foi o menos bem sucedido de I álbuns da era dos três Marcos.

Deep Purple estava em turnê no exterior no final de 1968 para promover o seu segundo álbum, The Book of Taliesyn . Seus dois so-far lançado singles e álbuns ainda tinha que fazer um impacto na Grã-Bretanha, quando eles voltaram lá no dia 3 de janeiro de 1969. Seu Inglês gravadora EMI pressionou a banda para fazer um único bem-sucedido em sua casa tribunal, então não havia muito tempo para a restituição depois de voltar para casa. " Kentucky Woman "teve, como seu anterior single" Silêncio "não se saíram bem lá, mesmo se tivesse sido um sucesso nos Estados Unidos e fez ainda melhor no Canadá. A própria banda surgiu com material original muito mais sólida a segunda vez, querendo libertar todo o potencial de cada canção. Assim, fazendo uma música que caberia facilmente o intervalo de três minutos estava se tornando difícil. No entanto, eles não poderiam lançar um novo álbum sem esse único para promovê-lo.
A banda tentou gravar um novo single para atender os critérios de-quebra em dezembro, enquanto nos Estados Unidos, mas nada tinha vindo dele, de modo que acabou por desistir. Depois de voltar para a Inglaterra, que se estabeleceram em estúdio novamente no início de 1969, o novo concorrente single, "Emmaretta" foi concluída no dia 7 de janeiro, após quatro tomadas necessário. Foi marcada como lado-B. Eles precisavam de uma nova A-side, então depois de experimentar um pouco com idéias diferentes, "O pássaro voou" foi rendido. Foi um trabalho mais progressivo e complicada do que "Emmaretta", por isso a música em si demorou um pouco mais de tempo para terminar, o que fizeram depois, no dia 7. Após esta breve visita ao estúdio, a banda criou uma série de one-cervejarias na Grã-Bretanha o seguinte fevereiro e março. "Torça That Neck" de seu álbum anterior, que teve ainda a ser lançado no Reino Unido, foi emitido lá como o único do lado B para promover a banda de turnê.

Gravação 

Durante essa turnê de dois meses, a banda também criou seus slots de reposição por algum tempo para gravar no De Lane Lea Studio, em Londres, onde a banda optou por regravar "O pássaro voou", que já havia sido lançado com "Emmaretta" em os EUA, mas não foi devidamente desenvolvido para o álbum, mais uma vez mostrando seu desejo de criar material original sólido. A nova versão foi concluída em 18 de março, e renomeado para "pássaro voou". Outras músicas do álbum foram gravadas em um período de tempo generalizada ao longo de fevereiro e março.
Palavra do sucesso do Deep Purple na América finalmente tinha dado alguma influência sobre a sua reputação no Reino Unido, uma vez que aumentou gradualmente em popularidade e pedido. Revistas de música começou artigos de impressão sobre eles, e toda a sua reputação cresceu consideravelmente ao longo destes dois meses. Jon Lord elaborou a diferença anterior em popularidade a banda tinha experimentado entre os EUA eo Reino Unido antes, desta maneira:
"Nós devemos ser o único grupo esquizofrênico na existência; se sair e fazer uma data na Inglaterra podemos ganhar £ 150 Nos estados, a data semelhante vai ganhar nos cerca de 2500 quilos..
Quando um repórter perguntou ao senhor sobre o porquê ele achava que o Deep Purple estava tendo muita dificuldade para encontrar o grande público de volta para casa, ele respondeu:
"Porque nós tivemos sucessos Acho que os devotos subterrâneos britânicos tendem a olhar para baixo sobre nós. Americanos são muito mais tolerante com esse negócio de ter singles."
Como tal, uma manchete típica de uma revista de música Inglês em início de 1969 seria algo como: "Eles perdem a £ 2.350 por noite de trabalho na Grã-Bretanha".

Promoção na América 

"Emmaretta" Foi uma temporada comercial para a banda, que soou nada como o estilo que foi apresentado sobre ele. Esta mudança de estilo foi uma facada para tentar obter um sucesso. No entanto, mais uma vez o single não convencer o público britânico. No final de março, a banda tinha terminado as sessões para o terceiro ainda não identificado como, álbum. Início de abril 1969 encontrei Deep Purple em seu caminho de volta para os Estados Unidos para começar uma nova turnê, que duraria por mais dois meses, semelhante à forma como eles haviam feito na Grã-Bretanha.
Após a chegada, a banda descobriu que sua gravadora Tetragrammaton norte-americana ainda não havia produzido o álbum agora terminou. Assim, as pessoas que os viram na estrada que, por um tempo, só encontra back-catálogo da banda sentado nas prateleiras das lojas. Além disso, as coisas estavam começando a olhar sombrio para a etiqueta anos de idade, e falência era iminente. Depois de construir uma base forte e mostrando o desejo de realmente fazer os seus artistas (como as promoções pesadas de "Silêncio" e "Kentucky Woman" na América), os gastos da gravadora tinha acabado de sair do controle. Deep Purple não tinha sido capaz de repetir o sucesso de "Silêncio", e muito alguns singles de outros artistas atribuídos ao rótulo vendeu bem o suficiente.
Enquanto a turnê, a banda experimentou algumas limitações econômicas, resultando em lhes pedir seu gerente John Colleta para voar de volta para casa, para que o hotel-bills seriam reduzidos. Em uma tentativa de salvar a sua própria situação, o Selo Tetragrammaton emitidos "Emmaretta" como um novo single, apoiado pela versão inicial de "pássaro voou" como lado-B contemporâneo. O single era muito desânimo e decepção, em grande parte mal sucedido, sob pena de afetar as paradas norte-americanas. Mesmo que seu single mais recente não estava fazendo mal, a banda estava recebendo uma reputação como um ato de viver bem. A banda já tinha realmente começado a desenvolver a sua presença de palco em algo maior, indo em uma direção mais alto e pesado, mostrando os talentos instrumentais de Blackmore e Lord que pressagiam que está por vir. Deep Purple tinha efetivamente se transformou em uma banda altamente proficientes no palco.
No entanto, as coisas estavam começando a esquentar internamente, e os membros da banda foram ficando cada vez mais vocal sobre a direção que queria que a música para ir, bem como estar insatisfeito com o seu salário para concertos. Ao final de 1968, membros fundadores Lord e Blackmore estavam começando a ansiar por uma mais nítida, mais cru e, em geral som mais pesado. Mas eles sentiram que o cantor Rod Evans, com a sua proposta, a voz suave, não seria capaz de lidar com o material mais forte, mais agressivo. As tensões também foram elevados com o baixista Nick Simper, que realmente não aprovar a banda virar mais pesado. Foi em maio, durante a turnê americana em curso, Lord e Blackmore, que concordaram em mudar a programação, mudando para fora tanto baixista Simper e Evans cantor. O baterista da banda, Ian Paice, por outro lado, teve seu lugar cativo na banda, e Lord e Blackmore falou sobre suas idéias com ele. Paice concordou com a mudança de lineup.

Lançamento e recepção

Gerente John Coletta ficou surpreso quando ouviu a notícia do trio, aconselhando-os a manter silêncio sobre o assunto até que a turnê foi concluída e eles voltaram para a Inglaterra. Então, depois de voltar para casa no início de junho, Deep Purple recebeu o aviso de sua gravadora americana que o álbum foi finalmente pronto para o lançamento no exterior. Como também foi o caso com a maioria do material em seus dois álbuns anteriores, as músicas têm um som rock psicodélico, especialmente na faixa sétimo "O pássaro voou" e um rock progressivo sentir que beira a música clássica, especialmente no longo seqüência de introdução dos 12 minutos de trilha final "Abril", estúdio de gravação nunca mais longa do Deep Purple. A banda também incorporou um blues de 12 compassos estrutura nas músicas "The Painter" e "Por que não Rosemary?". O som do álbum era mais pesado do que os trabalhos anteriores, semelhante à forma como a banda soa ao vivo durante este período.
Este álbum contém canções mais originais, seis no total, do que em qualquer um dos seus dois primeiros álbuns, agora começam a esforçar totalmente para escrever material original. A única música cover do álbum é " Lalena ", que foi originalmente escrito e realizado por Donovan . Deep Purple , como o álbum foi um pouco confusa auto-intitulado, foi lançado em 21 de junho, em os EUA. Derek Lawrence foi novamente creditado como produtor. Como efeito mais pesado, o som mais cru do álbum, os indivíduos da banda, talvez Ritchie Blackmore e Ian Paice em particular, estavam começando a mostrar realmente suas habilidades instrumentais, que tinham sido escondidas no mix órgão pesado sobre os dois anteriores lançamentos.
Quando lançado nos Estados Unidos, a recepção do álbum foi baixa. Ele não chegou perto do mesmo sucesso que seus dois antecessores, chegando a posição # 162 na Billboard dos EUA. Problemas financeiros da Tetragrammaton foram parcialmente culpados, como a promoção foi sem graça, ea falta de um suporte único ou um passeio bateu também foram fatores.

Tetragrammaton emitiu o álbum em um encarte Stark, enrolado com uma ilustração segmentada de Hieronymus Bosch pintura "s" O Jardim das Delícias . A etiqueta entrou em dificuldades em relação ao uso do Museo del Prado pintura de propriedade, o que foi percebido incorretamente como sendo anti-religiosa;., com "cenas imorais", em os EUA e, assim, rejeitado ou mal abastecido por muitas lojas de discos  A pintura original é na cor, embora ele apareceu no LP em monocromático devido a um erro de impressão para a layout original ea banda optou por mantê-lo assim. mesma pintura Bosch (em cor) já havia sido usado como uma capa de álbum, dois anos antes por pérolas aos porcos em sua estréia One Nation subterrâneos .

Pessoal 

Ritchie Blackmore - guitarra
Rod Evans - vocais
Jon Lord - órgão , teclado , backing vocals
Ian Paice - drums
Nick Simper - baixo , backing vocals
Pessoal adicional
Produzido por Derek Lawrence
Desenvolvido por Barry Ainsworth
Digitalmente remasterizado e restaurado por Peter Mew no Abbey Road Studios , em Londres

Deep Purple - Shades of Deep Purple - 1968

Deep Purple  - Shades of Deep Purple - 1968



1- "And the Address" (Ritchie Blackmore, Jon Lord) – 4:38
2- "Hush" (Joe South) – 4:24
3- "One More Rainy Day" (Rod Evans, Lord) – 3:40
4- a) "Prelude: Happiness" (Rimsky-Korsakov, Evans, Blackmore, Nick Simper, Lord, Ian Paice)
   b) "I'm So Glad" (Skip James) – 7:19
5- "Mandrake Root" (Evans, Blackmore, Lord) – 6:09
6- "Help!" (Lennon/McCartney) – 6:01
7- "Love Help Me" (Evans, Blackmore) – 3:49
8- "Hey Joe" (Billy Roberts) – 7:33
9- "Shadows" (álbum out take) (Evans, Blackmore, Simper, Lord, Paice) – 3:38
10- "Love Help Me" (instrumental version) (Evans, Blackmore) – 3:29
11- "Help" (alternate take) (Lennon/McCartney) - 5:23
12- "Hey Joe" (BBC Top Gear session) (Roberts) – 4:05
13- "Hush" (live US TV) (South) – 3:53

Shades of Deep Purple é o álbum de estréia da banda de hard rock inglesa Deep Purple, lançado em 1968 pela Parlophone no Reino Unido e pela Tetragrammaton Records nos Estados Unidos. É o álbum mais antigo dentre os registrados na Encyclopedia Metallum.

Pessoal

Rod Evans - vocal
Ritchie Blackmore - guitarra
Nick Simper - baixo, vocal de apoio
Jon Lord - órgão, teclados, vocal de apoio
Ian Paice - bateria

Produzido por Derek Lawrence
Engendrado por Barry Ainsworth
Faixas bônus gravadas em 1968 e 1969
Dedicado a Bobby, Chris, Dave e Ravel
Digitalmente remasterizado e restaurado por Peter Mew em Abbey Road Studios, Londres


Deep Purple - The Book Of Taliesyn - 1968

Deep Purple - The Book Of Taliesyn - 1968


1- "Listen, Learn, Read On" (Rod Evans, Ritchie Blackmore, Jon Lord, Ian Paice) – 4:05
2- "Wring That Neck" (originally titled "Hard Road" in the USA) (Blackmore, Nick Simper, Lord, Paice) – 5:13
3- "Kentucky Woman" (Neil Diamond) – 4:44
4-  a) "Exposition" (Beethoven, Blackmore, Simper, Lord, Paice)
    b) "We Can Work It Out" (Lennon/McCartney) – 7:06
5- "Shield" (Evans, Blackmore, Lord) – 6:06
6- "Anthem" (Evans, Lord) – 6:31
7- "River Deep - Mountain High" (Jeff Barry, Ellie Greenwich, Phil Spector) – 10:12
8- "Oh No No No" (outtake) (Mike Leander, Leon Russell) – 4:25
9- "It's All Over" (BBC Top Gear Session 1/16/69) (Ben E. King, Bert Berns) – 4:14
10- "Hey Bop a Re Bop" (BBC Top Gear Session 1/16/69) (Evans, Blackmore, Lord, Paice) – 3:31
11- "Wring That Neck" (BBC Top Gear Session 1/16/69) (Blackmore, Simper, Lord, Paice) – 4:42
12- "Playground" (outtake 18 de agosto de 1969) (Blackmore, Simper, Lord, Paice) – 4:29

The Book of Taliesyn é o segundo álbum de estúdio da banda de hard rock britânica Deep Purple, lançado em 1968 pela Tetragrammaton nos Estados Unidos, e pela EMI's Harvest Records no Reino Unido, e Polydor no Canadá e Japão em 1969.

Pessoal

Rod Evans - vocal principal
Ritchie Blackmore - guitarra
Nick Simper - baixo, vocal de apoio
Jon Lord - Órgão Hammond, teclados, vocal de apoio, arranjos em "Anthem"
Ian Paice - Bateria
Produzido por Derek Lawrence
Engendrado por Barry Ainsworth
Faixas bônus gravados em 1968 & 1969 (BBC Top Gear sessions 14 de janeiro de 1969)
Digitalmente remasterizado e restaurado por Peter Mew no Abbey Road Studios, Londres